sábado, 31 de agosto de 2013
terça-feira, 27 de agosto de 2013
3ª Conferência Municipal da Cultura de Jacobina
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| Representante territorial da SECULT, Inaiara Nunes |
A convocação da sociedade Jacobinense teve como objetivo, discutir a cultura da cidade e eleger propostas no âmbito local visando integrar seus resultados aos trabalhos das Conferências: Territorial, Estadual e Nacional de Cultura
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| Cleber Barros, Delegado Territorial de Cultura |
4ª Conferência Territorial de Cultura do Piemonte da Diamantina
| Abertura da Conferência |
| Apresentação da Filarmônica Juvenil Rio do Ouro |
A
Conferência Territorial de Cultura é uma das etapas da Conferência Estadual de
Cultura da Bahia, prevista na Lei Orgânica da Cultura (12.365/2011) como um dos
componentes do Sistema Estadual de Cultura. Foi realizada pela Secretaria de
Cultura do Estado da Bahia (SecultBA), nos dias 18 e 19 de agosto de 2013, no
Centro Cultural do município de Jacobina.
O
Território de Identidade é uma estratégia de desenvolvimento, que agrupa
municípios com afinidades sociais, culturais, históricas, econômicas, geográficas
etc., criada pelo Ministério do Desenvolvimento Agrária (MDA). Hoje já são
reconhecidos 27 Territórios de Identidade na Bahia. O objetivo desta estratégia
de gestão e política é estimular a cooperação e a articulação regional com foco
no desenvolvimento.
O
Território de Identidade do Piemonte da Diamantina é formado pelos municípios
de: Caem, Capim Grosso, Jacobina, Miguel Calmon, Ourolândia, Sáude,
Serrolândia, Umburanas, Várzea Nova.
| Público presente na conferência |
5ª Conferência Estadual das Cidades
| 5ª Conferencia Estadual das Cidades |
A
Política de Desenvolvimento Urbano é uma política de base territorial que
orienta, articula e integra as diversas políticas setoriais em um determinado
território e tem como focos centrais: o espaço urbano; a cidade sustentável e a
rede urbana. Envolve aspectos econômicos, sociais, culturais, ambientais e de
gestão, abrangendo todos os Territórios de Identidade. A 5ª Conferência Estadual das Cidades foi
realizada no Centro de Convenções, no período de 5 a 8 de agosto de 2013, em
Salvador.
Conquistar
um espaço urbano melhor para todos não é uma tarefa fácil, já que na cidade
existem muitos interesses que estão em conflitos. Para isso, é preciso lutar e
essa luta pode acontecer de diferentes formas. Uma delas é influenciar a
criação de políticas públicas que beneficiem a coletividade. A competência de
criá-las é do poder publico, mas a população pode, e deve, influenciar o
processo, assegurando seus direitos e os interesses coletivos.
A
participação e o controle social estão intimamente relacionados, sendo
essenciais para o exercício de cidadania e fortalecimento da gestão
democrática. Assim, a sociedade pode intervir na tomada de decisão do poder
público, para garantir que as políticas atendam ao interesse coletivo e, ao
mesmo tempo, fiscalizar as ações do Estado, mediante acesso público às
informações e participação social. | Gilson Pereira - CREA, Amilton Mendes - ASPAFF, Silvio Pereira - Presidente da Associação das Pessoas com Deficiência de Jacobina |
5ª Conferência Infanto Juvenil pelo Meio Ambiente do Município Caém
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| Oficina de Saneamento Básico |
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| Oficina de Saneamento Básico |
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| Oficina de Saneamento Básico |
ASPAFF CHAPADA NORTE participa de audiência pública para tratar da poluição ambiental sonora
| Auditótio da ACIJA - Audiência Pública Poluição Ambiental Sonora |
Foi realizado no dia 13 de agosto, no auditório da ACIJA - Associação Comercial e Industrial de Jacobina, uma audiência pública para tratar dos assuntos relacionados a poluição ambiental sonora no município de Jacobina. A audiência contou com a participação da Sociedade Civil, Poder Público Municipal, Ministério Público da Bahia, Polícias Civil e Militar, Guarda Municipal e SMTT, mas mesmo assim, teve um número de participantes muito abaixo do esperado, o que foi muito criticado por todos, por se tratar de um assunto de relevante interesse para a sociedade.
O objetivo do encontro foi debater e socializar junto a sociedade o cumprimento das leis que irão combater a poluição sonora no município de Jacobina e nos demais povoados e distritos, algo que será de responsabilidade inicial da Guarda Municipal de Jacobina, que fará a fiscalização integrada das possíveis fontes poluidoras, que não poderão ultrapassar o limite máximo de 80 (oitenta) decibéis.
Algumas leis foram citadas durante a audiência, o que irá contribuir com o combate ao crimes de poluição sonora, a exemplo da Lei Municipal Ambiental, Código Penal Brasileiro, Código de Trânsito, Constituição Federal e a Lei de Crimes Ambientais.
Durante o evento, foi citado também que irá ser feita uma ação de Educação Ambiental nas comunidades, tendo com princípio a lei nº 9.795/99, Lei de Educação Ambiental.
Estiveram presentes na audiência, representando e participando dos questionamentos e debates, os membros e associados da ASPAFF CHAPADA NORTE, Lucy Modesto, Marcos Grassi e Richard Silva.
sábado, 24 de agosto de 2013
quinta-feira, 15 de agosto de 2013
terça-feira, 13 de agosto de 2013
terça-feira, 6 de agosto de 2013
Operação conjunta em Miguel Calmon evita comércio ilegal de 63 aves silvestres
Onze pessoas foram detidas em flagrante e conduzidas à delegacia, hoje, dia 5, no munícipio de Miguel Calmon, dentro da Operação “Sete Passagens”, que resultou na apreensão de 63 pássaros silvestres criados em cativeiro para comercialização, sete armas de fogo, cinco automóveis, 22 anilhas, dois computadores, além de munição, pólvora, gaiolas e alçapões. As detenções e o cumprimento de onze mandados de busca e apreensão e nove de arresto e sequestro de bens fazem parte de um trabalho conjunto realizado pelo Ministério Público estadual, polícias Militar, Civil e Rodoviária, e Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos. A operação envolveu quase 70 agentes públicos no combate à caça e ao tráfico de animais silvestres, e à venda irregular de armas de fogo e insumos afins no entorno do Parque Estadual Sete Passagens. Dos detidos, dez pagaram fiança e foram liberados e um continua preso.
Os mandados foram solicitados à Justiça pelo promotor de Justiça Regional Ambiental de Jacobina, Pablo Almeida, e a operação contou com a participação da coordenadora do Núcleo de Defesa da Bacia do São Francisco (Nusf), a promotora de Justiça Luciana Khoury, do promotor de Justiça Regional Ambiental de Itaberaba, Thyego Matos, e do promotor de Justiça de Irecê, Saulo Mattos. Gerido pelo Inema, o Parque encontra-se atualmente ameaçado pela caça e apreensão ilegais dos animais silvestres, retirados da natureza para a comercialização. O promotor Pablo Almeida acredita que a operação contribuirá para “coibir os crimes que tanto vêm afetando a vidas das diversas espécies do Parque”.
FONTE: MP/BA
quarta-feira, 31 de julho de 2013
Rui Rezende: Lançamento do Livro “Chapada Diamantina – Um Paraíso Desconhecido”.
| Fotógrafo baiano Rui Rezende |
Autodidata, por opção, se
dedica exclusivamente à fotografia. Começou a fotografar a Chapada Diamantina, sua cultura e seu povo em 1999. Localizada no
coração da Bahia, é composta por mais de 30 municípios. Depois de visitar e
fotografar todos, Rui Rezende mostra, nesta coletânea, 22 deles. Formada pelas
serras do Sincorá, da Tromba, dos Brejões, dos Barbados, entre outras, esta
cordilheira é guardiã do mais alto ponto do Nordeste brasileiro, o Pico do
Barbado, com 2033 metros de altitude. As terras encantam pelo contraste de
canyons e planícies, vales e poços.
Passeando pelas fotos de Rui
Rezende no livro “Chapada Diamantina: Um Paraíso Desconhecido”, temos a
oportunidade de entrar em cada imagem e ter a sensação de pertencimento.
Registrou todas essas maravilhas com suas lentes e não mediu esforços para nos
trazer o melhor ângulo, a melhor fotografia de lugares pouco visitado pelo
homem em viagens de avião, helicóptero, carro , moto ou a pé. Com a sua
sensibilidade registrou a história e a cultura dessa gente, tornando-as
imortais. Este garimpar de imagens faz, deste livro, uma referência sobre a
Chapada Diamantina.
O livro foi lançado no espaço
“Casa de Taipa” no dia 26 de
julho/13 às 20:00h.
| Painel com foto de Rui Rezende na Casa de Taipa |
| Quadros com Fotos de Rui Rezende |
Conferência Territorial de Desenvolvimento Rural Sustentável e Solidária do Piemonte da Diamantina
| Plenária da 2ª Conferência Territorial de Desenvolvimento Rural Sustentável e Solidário |
Como etapa preparatória para
a “2ª Conferência Estadual de Desenvolvimento
Rural Sustentável e Solidário”, foi
realizado no dia 25 e 26 de julho/13, das 08:00 às 17:00h, no Auditório do
Sindicato dos Comerciários de Jacobina e Região a “2ª Conferência Territorial do Piemonte da Diamantina”, que teve
como objetivo propor a interlocução e o estabelecimento de compromisso com o
desenvolvimento entre os diversos segmentos da sociedade, visando a promoção de
uma agricultura que seja economicamente competitiva, ambientalmente sustentável
e socialmente includente.
O território é um espaço
geográfico que se diferencia pelas características socioeconômicas e culturais
próprias, formando um conjunto integrado e contínuo, sendo reconhecido pela
sociedade por meio de representações, de modo a expressar um sentimento de
pertencimento àquele local. Deve ser compreendido como um espaço construído
pelos atores sociais e seus processos culturais, econômicos e institucionais em
diferentes ecossistemas e condições ambientais que se transforma pela vida
social.
Eixos
Temáticos da 2ª Conferência:
1 – Desenvolvimento Socioeconômico e Ambiental do Brasil Rural e Fortalecimento da Agricultura Familiar e Agroecologia;
2 – Reforma Agrária e Democratização do Acesso à Terra e aos Recursos Naturais e Agroecologia;
3 – Abordagem
Territorial como Estratégia de Desenvolvimento Rural e Promoção da Qualidade de
Vida;
4 – Gestão
e Participação Social;
5 –
Autonomia das Mulheres;
6 –
Autonomia e Emancipação da Juventude Rural;
7 – Promoção do Etnodesenvolvimento.
| Representantes da ASPAFF CHAPADA NORTE na conferência |
Curso Gestão Pública das Águas Para Membros de Comitês de Bacias Hidrográficas é realizado em Jacobina.
| Curso Gestão Pública das Águas para Membros de Comitês de Bacias Hidrográficas |
A ASPAFF CHAPADA NORTE, como representante da Sociedade
Civil, participou do curso e foi representada pelo 2º secretário Richard Silva, membro suplente do Comitê da
Bacia Hidrográfica do Salitre.
Além da realização do curso, o encontro também serviu para atualização dos aspectos relacionados a situação atual do comitê do Salitre, onde estiveram presentes diversos representantes dos segmentos que compõem o Comitê.
Foram abordados os seguintes assuntos relacionados ao curso, subdivididos em 03 Módulos;
MÓDULO III
- Política Pública de Água no Brasil, Outorga, Fiscalização.
- Outorga
- Fiscalização
- Plano de Bacia Hidrográfica
- Enquadramento dos Corpos de Água, segundo seus usos preponderantes
- Cobrança pelo uso de Recursos Hídricos
- Monitoramento
MÓDULO II
- O Comitê de Bacia Hidrográfica: prática e procedimento
- Descentralização e Participação nos Comitês de Bacias Hidrográficas
- O que é participação?
- O que é representação?
- O que é mobilização?
MÓDULO III
- Dinâmica do Planejamento e Orçamento Público
- Construindo Plano de Ação
| Membros do Comitê do Salitre |
terça-feira, 30 de julho de 2013
terça-feira, 23 de julho de 2013
Plano de Saneamento Básico Participativo
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| Vídeo - conferência sobre a Política Estadual de Saneamento |
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| Abertura da oficina de lançamento do Plano Municipal de Saneamento Básico |
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| Oficina do Plano Municipal de Saneamento Básico |
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| Oficina do Plano Municipal de Saneamento Básico |
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| Oficina do Plano Municipal de Saneamento Básico |
Garantir o acesso, a toda população, aos serviços de
saneamento básico é um dos grandes desafios enfrentados pelo Governo Federal,
Estados, Distrito Federal, Municípios e pela sociedade em geral.
O crescimento desordenado das cidades vem causando
impacto nas condições sanitárias e exige que a infraestrutura de saneamento
básico acompanhe continuamente as novas necessidades da população. As condições
adequadas de saneamento propiciam maior qualidade de vida e satisfação dos
moradores e contribuem para o desenvolvimento social, cultural, ambiental e
econômico.
Para o alcance desses objetivos, a Lei nº 11.445, de 05
de janeiro de 2007, que estabelece as diretrizes nacionais e a Política Federal
de Saneamento Básico, tem como um dos princípios fundamentais a universalização
dos serviços de saneamento básico, para que todos tenham acesso ao
abastecimento de água com qualidade e em quantidade suficiente às suas
necessidades, à coleta é tratamento adequado do esgoto e do lixo, e ao manejo
correto das águas pluviais, condições essenciais para se garantir níveis
adequados de saúde pública.
É necessário planejar adequadamente esses serviços e esse
planejamento passa, necessariamente, pelo conhecimento da situação atual da
prestação de cada um desses serviços, pela definição de metas e objetivos que
visem a sua ampliação e a sua melhoria gradual e pela proposição de programas e
ações para alcançá-las. Essas informações, dentre outras consideradas
relevantes, devem constar no Plano Municipal de Saneamento Básico.
Outro princípio fundamental que a lei estabelece é o
“Controle Social”. A participação dos diversos segmentos sociais – moradores,
comerciantes, empresários, trabalhadores e produtores rurais, trabalhadores do
saneamento, técnicos e representantes de entidades que atuam na área de
saneamento e de organismos de defesa do direito da sociedade e dos cidadãos –
fornece legitimidade ao processo de planejamento.
A participação social é condição indispensável para
concretizar o Plano. Nela estão inseridas as necessidades da população; a
leitura concreta da realidade que se quer mudar; a canalização positiva dos
conflitos de interesses, com predomínio dos interesses da maioria; as forças
favoráveis às mudanças pretendidas e a motivação da comunidade em acompanhar,
fiscalizar e exigir sua concretização.
O processo de participação social deverá garantir aos
cidadãos o direito de propor e opinar diretamente sobre os temas em discussão e
de se manifestar nos processos de decisão. São diversos os canais que podem ser
utilizados e em vários níveis. Incluem as consultas públicas e pesquisas de
opinião, a capacitação em cursos e oficinas, os debates em reuniões descentralizadas,
as audiências publicas e os seminários, a formulação de propostas em comitês e
grupos de trabalhos formados durante a elaboração do plano. São canais
privilegiados de deliberação as conferencias e conselhos municipais,
particularmente os vinculados ao processo das Conferências Nacionais das
Cidades e de Saúde Pública.
Neste processo de participação social, a ASPAFF, visando contribuir de forma
cidadã, participou das Oficinas de Capacitação
referentes à Política e Plano Municipal
de Saneamento Básico realizadas no município. As oficinas são espaços de
aprendizagem, onde o conhecimento é construído conjuntamente e onde se aprende
fazendo e se faz aprendendo. Em 2011,
o Projeto de Educação Ambiental e
Mobilização Social em Saneamento (PEAMSS/BA-II) uma política pública
promovida pelo Governo do Estado através da Empresa Baiana de Água e Saneamento
(EMBASA), teve como foco a “Educação Ambiental” como elemento capaz de informar
e sensibilizar a população sobre a importância da sua participação nas questões
que envolvem o saneamento, de maneira a fortalecer iniciativas que estimulem o
exercício da cidadania e a participação direta na gestão das demandas
socioambientais. Sabemos que as demandas de um município podem ser
transformadas em projetos e no processo de implementação, desenvolvimento e
continuidade das ações socioambientais realizadas no âmbito do PEAMSS/BA-II no
município, foi criado conforme está previsto no projeto, o “Grupo de
Acompanhamento do PEAMSS”, ou seja, o “GAPEAMSS” como resultado do envolvimento
e interesse de voluntários com o objetivo de acompanhar e dar continuidade as
ações realizadas durante o treinamento, como também participar de forma
instrumentalizada da construção participativa do “Plano Municipal de Saneamento
Básico”. Devido à falta de apoio dos proponentes deste projeto, as ações do
“GAPEAMSS” não tiveram continuidade. No período de 15 a 19 de julho de 2013 no Colégio Modelo, aconteceu mais uma
oficina envolvendo a mesma temática, desta vez ministrada pela Secretaria de
Desenvolvimento Urbano (SEDU).
As preocupações no campo do saneamento são coletivas e
passam a incorporar não só questões relacionadas à problemática de saúde pública,
mas também à defesa do meio ambiente. A capacitação das pessoas, a prática
participativa, a busca do conhecimento contínuo, defender seus interesses no
exercício de direito legitimo de cidadãos é uma maneira de viabilizar ações
públicas transparentes e duradouras. Desta forma, esperamos que os
conhecimentos disponibilizados no município na construção de uma sociedade mais
justa e igualitária fossem melhor aproveitados pelo Gestor Público.
Segundo a Lei nº 11.445/2007, cabe exclusivamente ao
município formular a Política Pública e o Plano, onde deverá abranger toda área
do município (urbana e rural) e, conforme a lei, essa responsabilidade não pode
ser delegada. A existência do plano, por sua vez, será condição de acesso aos
recursos do Governo Federal para saneamento básico a partir de 2014.
Vide Fotos:
Vídeo Conferência no Colégio Deocleciano, referente a
Minuta da Lei nº 11.172/2008.
Oficinas no Colégio Modelo, referente ao Plano Municipal
de Saneamento Básico.
domingo, 21 de julho de 2013
quarta-feira, 17 de julho de 2013
Código da Mineração: a urgência é do mercado. Entrevista especial com Carlos Bittencourt
“A única urgência na cabeça dos formuladores da proposta é captar urgentemente um pouco mais de royalties para o Estado e garantir que as empresas sigam tendo enormes lucros no setor”, adverte o pesquisador do Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas – Ibase.
A votação em regime de urgência do novo Código da Mineração demonstra a “a velha (ir-)razão patrimonialista e autoritária do Estado brasileiro”, declara Carlos Bittencourt à IHU On-Line, em entrevista concedida por e-mail. Se as propostas de alteração do Código da Mineração estão sendo debatidas “em sigilo” há quatro anos, “por que o poder Legislativo e a sociedade civil terão apenas 90 dias (45 dias em cada Casa Legislativa) para debater e chegar a conclusões?”, questiona. Para ele, o regime de urgência demonstra a postura do Estado brasileiro “contra o debate e a participação da cidadania”.
De acordo com Bittencourt, os movimentos sociais e representantes da sociedade civil não tiveram acesso à proposta do novo Código da Mineração. “O governo recebeu alguns movimentos já às vésperas da apresentação da proposta, mas não publicizou o texto e nem se comprometeu com as reivindicações que vinham da sociedade civil”, informa. Por outro lado, lamenta, “as empresas conseguiram negociar detalhes da proposta antes do seu envio ao Congresso, como, por exemplo, a questão da taxação especial e a alíquota dos roylaties. Isso mostra que os interessados não foram tratados de forma equitativa, dando-se prioridade ao setor empresarial”.
Na avaliação do pesquisador, o novo Código da Mineração é “desumano”, pois não considera as condições de trabalho dos trabalhadores, nem a situação dos afetados pela mineração. “Mais uma vez fica claro que é a regulação de um negócio e não de uma atividade com todas as suas implicações”, assinala. E dispara: “O Código trata a mineração apenas como um negócio. Nem sequer considera que está regulando um bem comum natural, finito e não renovável. Nesse sentido, penso que o Código da Mineração pode ter uma dimensão mais perversa do que o Código Florestal, pois se trata de ações irreversíveis”.
Carlos Bittencourt é historiador e pesquisador do Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas – Ibase.
1º Fórum de discussão da 5ª semana social brasileira regional Jacobina
Aconteceu na cidade de Jacobina - BA, o 1º fórum de discussão da 5ª semana social brasileira regional Jacobina. O evento foi realizado no dia 17 de junho no Centro Cultural, e teve a ASPAFF CHAPADA NORTE e a Associação Umbuzeiro como entidades organizadoras do evento.
Na ocasião, foram discutidos juntamente com as comunidades, movimentos sociais, associações, sindicatos, poder público, pastorais, entre outros, sobre as estruturas sociais, políticas, econômicas do Estado, com o tema: Participação da Sociedade no Processo de Democratização do Estado Brasileiro, na construção do bem viver, caminho para uma nova sociedade com um novo Estado. Estado para que e para quem?
O evento foi uma prévia para a realização da 5ª Semana Social Brasileira Regional Bonfim, Cansanção, Jacobina que foi realizada em Senhor do Bonfim nos dias 25 a 27 de Junho.
segunda-feira, 10 de junho de 2013
05 de Junho, Dia Mundial do Meio Ambiente
O dia mundial do Meio
Ambiente começou a ser comemorado todo dia 05
de junho a partir do ano de 1972, onde aconteceu a primeira das Conferências das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente, na cidade de Estocolmo, na Suiça. Com o objetivo de promover
atividades de proteção e preservação do meio ambiente e alertar o publico
mundial e governos de cada país para os perigos que vem ameaçando o planeta
terra.
Esta conferência reuniu 113
países, além de 250 organizações não governamentais, em que a pauta principal
abordava a degradação que o homem tem causado ao meio ambiente e os riscos para
sua sobrevivência, de tal modo que a diversidade biológica deveria ser
preservada acima de qualquer possibilidade. Nessa reunião, criaram-se vários
documentos relacionados às questões ambientais, bem como um plano para traçar
as ações da humanidade e dos governantes diante do problema.
Todos os anos, as
Organizações das Nações Unidas (ONU) escolhe um tema para trabalhar atividades
de conscientização das populações e de proteção do meio ambiente.
O tema para 2013 foi: “Pense – Coma – Conserve”.
A intenção da ONU é mostrar
que qualquer pessoa pode adotar decisões, como a escolha de alimentos que
tenham menor impacto ambiental para serem produzidos, como os orgânicos que não
usam produtos químicos. É importante pensar
antes de comer e assim ajudar a conservar o meio ambiente.
Devido ao efeito devastador
sobre o meio ambiente, a importância desta data, está relacionada também às
discussões que se abrem sobre a poluição do ar, do solo e das águas,
desmatamento, queimadas, diminuição da biodiversidade e da água potável para
consumo humano, destruição da camada de ozônio, destruição das espécies vegetais
e das florestas, extinção de animais, dentre outros.
A ASPAFF em comemoração ao
dia do Meio Ambiente realizou palestras e participou de eventos com temas para
sensibilizar e estimular iniciativas, em prol do desenvolvimento de uma nova
cultura participativa cidadã com práticas sustentáveis, que cause o mínimo de
impacto à natureza. As pequenas atitudes do cotidiano tomadas por um cidadão
podem não só modificar as atitudes de outros como também podem ser responsáveis
por uma mudança significativa no habito diário da população.
Dia
04/06/13 – Palestra no “Colégio Suporte”.
| Palestra sobre saneamento ambiental no Colégio Suporte |
Com o tema “Tecnologias
Sociais aplicadas ao Saneamento Ambiental em regiões Semiáridas”, apresentamos
algumas técnicas reaplicáveis, desenvolvidas na interação com a comunidade e
que represente efetivas soluções de transformação social. A tecnologia social é
um conceito que remete para uma proposta inovadora de desenvolvimento, baseada
na disseminação de soluções para problemas voltados a demandas de água,
alimentação, educação, energia, habitação, renda, saúde e meio ambiente, dentre
outras. Os principais atores neste processo de desenvolvimento são: movimentos
sociais, cooperativas populares, ONGs e unidades públicas.
Dia
05/06/13 – Palestra sobre Poluição na “Escola Carlos Gomes – Bananeira”.
| Palestra sobre poluição ambiental na Escola Municipal Carlos Gomes - Bananeira |
Considera-se poluição do
ambiente a presença, o lançamento ou a liberação nas águas, no ar, no solo ou
no subsolo, de toda e qualquer forma de matéria ou energia, em intensidade, em
quantidade, em concentração ou com características em desacordo com a
legislação federal, estadual ou municipal, e que também ocasionem
descaracterização nociva da topografia ou que tornem ou possam tornar as águas,
o ar, o solo ou o subsolo impróprio, nocivo ou ofensivo à saúde e ao bem estar
publico.
Dia
05/06/13 – Apresentação de filme no “Cineclube Payaya”.
Durante a semana do Meio Ambiente, os alunos do Colégio Suporte assistiram os filmes "Mudanças Climáticas e Pajerama". Após as sessões, deu-se início aos debates entre os alunos, professores e membros da ASPAFF CHAPADA NORTE sobre os temas.
| Alunos do Colégio Suporte |
Dia
05/06/13 – Pronunciamento “Câmara dos Vereadores”.
| Apresentação do Grupo Arte de Tocar |
| Pronunciamento do Presidente da ASPAFF CHAPADA NORTE |
| Vice Prefeita de Salvador, Célia Sacramento e Amilton Mendes - ASPAFF |
Hoje, o desenvolvimento não
é avaliado apenas pelo crescimento do produto econômico. O bom desenvolvimento
é o que leva em conta a melhoria da saúde e da qualidade de vida das pessoas, e
ambas dependem da qualidade do meio ambiente. A busca pelo crescimento
econômico com pouca ou nenhuma atenção ao meio ambiente resulta em graves
problemas ambientais nas cidades e nas áreas rurais, com os quais a maioria dos
municípios se defronta: o lixo, a destinação inadequada do esgoto sanitário, a
poluição industrial, a poluição do ar pelo tráfego urbano, o crescimento
desordenado da cidade sobre áreas de mananciais e planícies de inundação, as
enchentes, os desmatamentos irregulares, as queimadas criminosas, a erosão do
solo, a poluição dos rios, o uso incorreto de agrotóxicos, etc. Se tais
problemas não forem solucionados ou evitados, os custos resultantes –
tratamento de saúde, recuperação do patrimônio material, tratamento da água
para abastecimento, recuperação de área de proteção ambiental, entre outras –
irão cada vez mais onerar os orçamentos das famílias, das empresas e das
prefeituras.
Diante de tantos problemas
ambientais é de fundamental importância que o órgão municipal de meio ambiente,
esteja estruturado para exercer suas competências e no âmbito do licenciamento
ambiental, com caráter deliberativo e participativo, deve ter constituído o
Conselho de Meio Ambiente, assim como, possuir em seu quadro ou à sua
disposição, profissionais legalmente habilitados.
| Vice Prefeita de Salvador, Célia Sacramento e Roque Tavares |
Dia
06/06/13 – Seminário sobre “Sustentabilidade” em Caem - BA.
| Seminário sobre Sustentabilidade em Caem - BA |
A sustentabilidade do
desenvolvimento significa acrescentar à eficiência econômica, o equilíbrio
ambiental e a equidade social.
O grande desafio é
internalizar esse conceito nas práticas de governo, no arcabouço legal, no
planejamento das empresas e, principalmente, no dia-a-dia de cada cidadão.
Dia
07/06/13 – “Diálogos Territoriais” Colégio Modelo.
| Diálogos Territoriais no Colégio Modelo |
| Diálogos Territoriais no Colégio Modelo |
| Diálogos Territoriais no Colégio Modelo |
Atualmente o Estado da Bahia
possui 27 Territórios de Identidade. São espaços para o Governo e sociedade
discutirem a efetividade da gestão pública, as ações de governo, o nível de
realização do Plano Plurianual (PPA) e o atendimento das demandas populares. É
também um momento de Governo e sociedade refletirem sobre os rumos do
desenvolvimento territorial.
Considera-se Território de
Identidade o agrupamento identitário municipal formado de acordo com critérios
sociais, culturais, econômico e geográfico, e reconhecido pela sua população
como o espaço historicamente construído ao qual pertence, com identidade que
amplia as possibilidades de coesão social e territorial.
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