Fotos : ASPAFF EM AÇÃO

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

SOCIEDADE CIVIL E PODER PÚBLICO MUNICIPAL INICIAM DISCUSSÕES SOBRE PLANO DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS DE JACOBINA


Representantes da Cooperativa Recicla Jacobina (em pé da esquerda para direita, Thiago Pires, Guilherme Mesquita) e PANGEA (Moisés)
Nesta quinta (10), no Centro Cultural Edmundo Isidoro, em Jacobina, sociedade civil e poder público iniciaram as discussões sobre o Plano Municipal de Gerenciamento de Resíduos Sólidos. Estiveram presentes na reunião: a ASPAFF CHAPADA NORTE, a Cooperativa Recicla Jacobina, os Comitês de Bacias Hidrográficas (CBHs) do Itapicuru e Salitre, o CREA-BA, o Prefeito de Jacobina Rui Rei Matos Macedo, grande parte de sua Assessoria e Secretariado, o Vereador em exercício Tiago Dias, e demais ambientalistas.

Membros da Recicla Jacobina, com apoio da PANGEA, explanaram os trabalhos que já vem sendo desenvolvidos pela Cooperativa, mostrando experiência hesitosa no bairro Inocop, ressaltando a necessidade de parcerias para prosseguimento e ampliação dos trabalhos. Relataram sobre o anseio de otimização dos trabalhos, publicizando a melhoria das condições de trabalho dos catadores, principalmente, no tocante ao uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPI) e aumento na geração de renda das famílias. 

Sônia  Ferreira, geógrafa, ressalta a importância de "educar para educar", enaltecendo a necessidade de sensibilizarmos a população para ajudar nessa caminhada.

Almacks Luis, CBH Salitre, mostra a importância de atentarmos para a reutilização dos orgânicos, exemplificando a produção de adubos que podem ser utilizados na agricultura e na recuperação de solos empobrecidos pelas ações antrópicas (ação do homem), como os da Caatinga do Moura.

Paulo Henrique Muricy, ASPAFF CHAPADA NORTE e CBH Itapicuru, apresenta sua preocupação com a destinação final do lixo que não será reciclado. "Precisamos ter um aterro sanitário de verdade! Com ipermeabilização das células sépticas, para que o chorume não percole para Lagoa Antônio Teixeira Sobrinho, área esta, que segundo nosso Código Ambiental, aprovado em 31.12.2012, é uma das áreas prioritárias para conservação no nosso município. Precisamos alinhar nossos pedidos ao Estado, de acordo com as prioridades apontadas no PPA 2012-2015 (Plano Pluri Anual), e com certeza  a Bahia dotou recursos para os municípios com esta finalidade. Somos uma referência no Piemonte da Diamantina e precisamos sair na frente. Quero aqui em nome da ASPAFF, nos colocarmos à disposição e aproveitar o momento para mostrar a nossa intenção de fazer parte do Conselho de Meio Ambiente."

Tiago Dias coloca o seu mandato a disposição, e se propõe a ajudar no que estiver ao alcance de sua legislatura.

Rui Macedo, Prefeito de Jacobina, fala sobre a possibilidade de se construir um galpão nos padrões exigidos e se predispõe a buscar recursos para isso. "Vamos estudar uma forma de fazer parcerias. Precisamos agregar valor ao produto que vocês (Recicla Jacobina) estão vendendo. Contem com o meu apoio."

Todos os municípios do Brasil têm até o dia 31.12.2013 para aprovarem seus Planos de Gerenciamento de Resíduos Sólidos, com penalidades previstas para bloqueio de verbas e convênios para os que não cumprirem o prazo previsto.

Momento da apresentação da Cooperativa Recicla Jacobina, com apoio da PANGEA

Assessoria de  Comunicação ASPAFF CHAPADA NORTE

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

SALVAMENTO DE FÓSSEIS EM JACOBINA-BA

Parte da equipe que participou dos trabalhos de salvamento. Da esquerda para a direita, Aluno Anderson Dantas e Professor Leonardo Morato (UFBA- Barreiras), Aluno Taylan (CETEC-Jacobina), aluno Marcelo (UFBA-Barreiras), Prof. Paulo Fernandes (UNEB – Jacobina), Aluna Juliana (UESB- Jequié), Professor Luciano Leal (UESB – Jequié) . Em pé, o Senhor Joselito Figueiredo Pereira, proprietário do terreno.

No período entre 22 de dezembro de 2012 e o dia 5 de Janeiro do corrente ano foi efetivado o salvamento de fósseis de mamíferos pleistocênicos encontrados na Fazenda do senhor Joselito Figueiredo Pereira, na localidade de Pau de Colher, proximidades de Lages do Batata, no município de Jacobina.

O sítio paleontológico foi identificado por ocasião de uma escavação feita pelo proprietário do terreno, destinada à construção de um poço de acumulação de água pluvial. A existência do sítio paleontológico foi notificada ao Museu Geológico do Estado e à UNEB pelo Professor de geografia Emanuel Carneiro, morador de Lages do Batata, na primeira semana de dezembro passado, tendo sido imediatamente visitada por professores e alunos da UNEB, em companhia da paleontóloga Márcia Xavier, no dia oito de dezembro passado.

Em um esforço conjunto, coordenado pelos professores Paulo Fernandes, da UNEB - Jacobina, Luciano Artêmio Leal, da UESB – Jequié, e Leonardo Morato, da UFBA – Barreiras, e contando com alunos das três instituições mencionadas, além de alunos do CETEC – Jacobina e do Colégio Estadual Felicidade Magalhães, foi montada uma operação de salvamento do material, que corria o risco de ser destruído, já que o período de chuvas na região se aproxima e o proprietário do terreno necessitava concluir urgentemente o revestimento do poço.

Os trabalhos de salvamento revelaram a existência de uma ossada provavelmente pertencente a uma preguiça-gigante, talvez do gênero Eremotherium, tendo sido retirados mais de sessenta exemplares de ossos, como fêmures, costelas, vértebras e outros ossos de grande porte, ainda não devidamente identificados.
Ossos encontrados no sítio paleontológico. O martelo tem cerca de 50 centimetros de comprimento

sábado, 5 de janeiro de 2013

INDÚSTRIA DA SECA - Cisternas de polietileno causam discórdia no Semiárido Brasileiro

Atravessando uma das piores secas de todos os tempos, Governo Federal insiste na implantação de cisternas de polietileno no sertão nordestino, causa discórdia, beneficia empresas estrangeiras e joga "dinheiro pelo ralo". Veja matéria completa sobre fatos do sertão pernambucano que se replicam em outros Estados do Brasil e expulsam o "homem" do campo.


Comparativo da cisterna de polietileno e cisterna de placa


quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Incêndio destrói vegetação de serra de mata fechada em Jacobina, na Bahia

Força-tarefa tenta controlar chamas há mais de uma semana na Bahia. Difícil acesso dificulta operação, mas 90% dos focos já foram controlados.

Incêndio consome serra na região da Chapada Diamantina (Foto: Bahia Acontece/Arquivo)

Uma serra de mata fechada próxima à cidade de Jacobina, a 360 km de Salvador, é destruída por incêndio há mais de uma semana. O fogo tem sido controlado por uma força-tarefa formada por 27 bombeiros, militares do Grupamento Aéreo (Graer), uma empresa particular e brigada da mineradora localizada no entorno da serra.

"Já controlamos 99% dos focos. Agora, nesse momento, já passou o período crítico. Estamos aqui há cinco dias, toda a equipe passou o réveillon no combate. Hoje, estamos combatendo os poucos focos remanescentes", explicou o tenente coronel Miguel Filho, coordenador do projeto "Bahia Sem Fogo", do Governo da Bahia. A operação tem sido dificultada por conta da condição da mata, que é densa e de difícil acesso, e devido aos fortes ventos, que aumenta as chamas, além do calor intenso, de acordo com o tenente-coronel. Após o fogo ser controlado, a equipe do projeto fica no local por mais 72 horas para monitorar a situação.

Sobre as causas, o coordenador afirma que a perícia ainda será feita no local, porém adianta que o fogo é provocado pelo homem na maior parte dos casos. "A maioria das vezes é criminoso, mas nem sempre doloso [com intenção]. Se o homem sabe que a umidade não está ajudando, que o clima não permite, por que coloca fogo na mata? O impacto ambiental é grande, é uma mata que nunca havia sido queimada. Quem mais sofre é a fauna", disse.

Já a flora da serra é composta por espécies como samambaia, assa-peixe, crioula, barba-de-bode, batata de teiú, jurema preta, pau de fuso, jurubeba, juazeiro, ingazeira, caatinga de porco, quebra-facão, umburana, angico, pinhão, tábua, barriguda, gameleira, mucunã, manacá, iço, graviola, jenipapo, madeiras de lei, entre várias outras.

Segundo a empresa América Sul, 60 mil litros de água foram usados para a ação de contenção das chamas. A empresa foi contratada pela Secretaria de Meio Ambiente (SEMA) para ajudar na ação.

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Queimadas continuam devastando as “Serras de Jacobina”


Nos últimos dias, os noticiários têm informado a grande mobilização do governo Federal e Estadual no combate aos incêndios no entorno do “Parque Nacional da Chapada Diamantina”. Nos incêndios que estão devastando as “Serras de Jacobina”, os focos próximos ao “Parque Estadual da Sete Passagens (PESP)” estão sendo controlados pelos “guias e voluntários” do Parque. Os focos que estão próximos a “Serra João Belo, Canavieira de Dentro, Morro da Viúva e da Lagartixa” o controle está sendo realizado pela Brigada de Incêndio da Jacobina Mineração e Comércio (JMC). Quanto aos focos próximos à sede do município de Jacobina, a exemplo da “Grota da Cachoeira de Aníbal”, voluntários mobilizados pela ASPAFF CHAPADA NORTE estiveram no controle das chamas que se deslocavam para lugares críticos como a “Serra do Cruzeiro”. A situação é bastante preocupante, pois, a falta de materiais para combate aos incêndios, a falta de equipamentos de proteção individual, os riscos que os voluntários estão expostos, e o difícil acesso aos locais, têm contribuído para geração de prejuízos ambientais incalculáveis com as queimadas das matas que protegem as nascentes de inúmeros mananciais da Bacia do Itapicuru, responsável pelo abastecimento de diversas cidades da região sizaleira. Esta situação não é diferente para os demais municípios inseridos nesta região denominada “Piemonte da Diamantina”, onde, se faz necessário cobrar ações de prevenção mais eficientes ao poder público, contra os incêndios que se tornam cada vez mais freqüentes, sem que o conhecimento das origens dos mesmos sejam esclarecidos.
 
 ASPAFF CHAPADA NORTE

30-12-2012, Queimada Próximo a Yamana Gold
30-12-2012, Queimada Próximo a Serra de João Belo
30-12-2012, Queimada na Grota da Cahoeira do Anibal
30-12-2012, Queimada na Grota da Cahoeira do Anibal
01-01-2013, Queimada na Serra da Lagartixa
01-01-2013, Queimada na Serra de Canavieira de Dentro
01-01-2013, Queimada nas Nascentes do Rio Itapicuruzinho
01-01-2013, Queimada na Área de Recuperação Ambiental da Yamana Gold
24-12-2012, Queimadas nas Serras de Canavieira de Dentro
26-12-2012, Queimada na Serra do Cruzeiro
26-12-2012, Queimada na Serra da Canavieira de Dentro
26-12-2012, Queimada nas Proximidades da Serra do Cruzeiro
                              30-12-2012, Queimada na Serra do Cruzeiro










sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Cadê o CFEM de Jacobina?


A Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (CFEM), estabelecida pela Constituição Federal de 1988, trata do pagamento realizado pelas empresas mineradoras em decorrência da exploração de recursos minerais para fins lucrativos.

Dos recursos originados pela CFEM, 12% são distribuídos para a União (DNPM e Ibama), 23% para o Estado onde foi extraída a substância e 65% para o município produtor.

Os recursos originados da CFEM não poderão ser aplicados em pagamento de dívida ou no quadro permanente de pessoal da União, dos Estados, Distrito Federal e dos Municípios.

As receitas deverão ser aplicadas em projetos, que direta ou indiretamente revertam em prol, da comunidade local, na forma de melhoria da infra-estrutura, da qualidade ambiental, da saúde e educação.
Dos municípios da Bahia que recebem tal compensação, Jacobina alcançou o “status” de vice-campeã, desbancando municípios como Andorinha, Jaguarari, Barrocas, Brumado, Curaçá, entre outras, arrecadando o montante de R$ 2.727.374,07 (dois milhões setecentos e vinte e sete mil trezentos e setenta e quatro reais e sete centavos). Itagibá, mais uma vez, foi a campeã de arrecadação, com repasse de R$ 6.605.887,15 (seis milhões seiscentos e cinco mil oitocentos e oitenta e sete reais e quinze centavos).

Caros leitores, fazendo as contas, podemos afirmar que no ano corrente, Jacobina recebeu a quantia de R$ 1.772.793,14 (Um milhão setecentos e setenta e dois mil setecentos e noventa e três reais e quatorze centavos).

Agora ficamos a nos perguntar:

- Quanto deste repasse foi de fato investido na melhoria da qualidade ambiental do município?
Como temos conhecimento de que o Código Ambiental Municipal esta sendo reformulado, que tal amarrarmos em lei, uma porcentagem desta quantia para uso específico no meio ambiente, viabilizando, talvez, o custeio de uma Brigada de Incêndio, recuperação de nascentes e matas ciliares, implantação do Plano de Manejo do Parque Natural Municipal das Macaqueiras, entre outras ações.
-Como este montante arrecadado em 2012 foi gasto?
Precisamos saber...
O relatório completo dos repasses pode ser conferido no link: (https://sistemas.dnpm.gov.br/arrecadacao/extra/Relatorios/distribuicao_cfem_muni.aspx?ano=2012&uf=BA).

ASPAFF CHAPADA NORTE

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

INCÊNDIO FLORESTAL EM JACOBINA-BA

Desde o dia 21 deste mês, observa-se a presença de incêndios florestais entre a Grota da Cachoeira do Aníbal e a comunidade Canavieira de Dentro, ambas em Jacobina - BA. De acordo com Amilton Mendes, presidente da Associação de Ação Social e Preservação das Águas, Fauna e Flora da Chapada Norte (ASPAFF CHAPADA NORTE), que realizou a contenção do fogo no Morro da Viúva e acompanha há três dias a sua propagação, a direção atual aponta para a Serra do Cruzeiro. “A Grotinha e o Bairro dos Índios estão correndo grande risco, já que se encontram mais próximos das áreas afetadas”, alertou.

O grupo manteve contato com o Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (INEMA), cuja sede está localizada na capital baiana, no entanto, o período de tramitação do protocolo para acompanhamento dos encaminhamentos cabíveis (cerca de 72 horas) extrapola o tempo necessário para solução do problema, que demanda urgência. A Secretaria do Meio Ambiente de Jacobina já foi avisada da situação e até o momento nada se fez. Pelo visto, a gestão municipal que se aproxima terá, de imediato, um grande desafio, criar uma brigada de incêndio no município.

Alguns fatores são muito favoráveis para o desenvolvimento de um incêndio: naturais, como a longa estiagem, acidentais ou propositais. Neste acontecimento, a causa ainda é desconhecida. Porém, as consequências devastadoras são visíveis, como a destruição da fauna e flora locais. A ASPAFF conta com a colaboração de todos para a resolução desta tragédia.

Assessoria de Comunicação da ASPAFF CHAPADA NORTE

 Fotos: Amilton Mendes

domingo, 11 de novembro de 2012

Circuito Tela Verde - 4ª Mostra Nacional Independente de Produção Audiovisual Independente

 
O Circuito Tela Verde é uma iniciativa do Ministério do Meio Ambiente, coordenada pela Secretaria de Articulação Institucional e Cidadania Ambiental e executada pelo Departamento de Educação Ambiental, em parceria com a Secretaria de Audiovisual do Ministério da Cultura.
 
A mostra acontece em diversas instituições de todo país, inscrita como espaços exibidores com Salas Verdes, Instituiçoes articuladoras de Coletivos Educadores, Pontos de Cultura, cineclubes, Pontos Cine Mais Cultura, Instituições de ensino fundamental, médio e superior, associações comunitárias, aldeias indígenas, Unidades de Conservação do SNUC, unidades do sistema S, órgãos públicos, entre outros.
 
A ASPAFF CHAPADA NORTE já recebeu o Kit completo da mostra, contendo aproximadamente 20 filmes, Cartázes da mostra e sinopses, instruções para a exibição e adesivo de espaço exibidor do Circuito Tela Verde.  Assim como no ano de 2011, a ASPAFF CHAPADA NORTE estará exibindo a mostra na sala do Cineclube Payayá, localizado no Alto da Missão, Anexo ao Espaço Cultural Luis Eduardo Magalhães - ECLEM, Jacobina -BA e a divulgação das datas das exibições estarão em breve disponíveis aqui no blog na agenda de publicações do Cineclube Payayá.
 
Maiores informações;
 

Tragédia: incêndios destroem as belezas naturais das Serras de Jacobina



Os incêndios florestais são muito comuns nesta época do ano, em virtude do forte calor e a estiagem que permanece no estado ou até mesmo no Nordeste brasileiro. Assim foi o mês de outubro em que ocorreu uma das maiores tragédias ambientais da história de Jacobina. Fortes incêndios destruíram de forma devastadora a fauna, flora e as vegetações das serras de Jacobina e seus vales. Entre as localidades atingidas, o incêndio destruiu uma grande área onde se localizam o Parque da Macaqueira, Vale do Brito, Vale do Ribeirão, Estância Bandeirantes, Cocho e Serras próximas a Cachoeira dos Alves. Até a rampa de vôo livre localizada na Serra da Amizade não escapou das fortes chamas.
 
Além de toda a devastação que destruiu de forma brutal os nossos recursos naturais e corredores ecológicos, os incêndios também trouxeram diversos problemas que afetaram a população de Jacobina, trazendo muitos transtornos e problemas de saúde para a população que vive em torno das localidades atingidas, por respirar durante todo o tempo de atuação dos incêndios uma forte fumaça que cobriu uma boa parte da Zona Urbana e da Zona Rural.

Durante o incêndios houveram diversas mobilizações para tentar combater algo que parecia incontrolável. Diversos voluntários participaram da ação, além da ASPAFF CHAPADA NORTE, também participaram a Policia Militar da Bahia, Corpo de Bombeiros de Senhor do Bonfim-BA, Guarda Municipal, Tiro de Guerra, Grupo Ecológico Serra Verde, Brigada de Incêndios da Yamana Gold, empresa de exploração mineral, que disponibilizou além de homens preparados para o combate, também equipamentos de proteção individual e de combate, como foices, facões, abafadores, água, lanche e até mesmo o caminhão que fica a disposição da brigada de incêndios.
 
Com isso, estão todos de parabéns por fazer a sua parte. Resoluções acontecem com ações práticas por parte daqueles que acreditam que fazer algo ou alguma coisa por alguém ou pelos problemas do mundo somam forças para solucionar os problemas que afetam a todos. Parabéns aos diversos voluntários espalhados pelos locais atingidos pelos incêndios e a todos que contribuiram de alguma forma, pondo em risco a própria vida em meio a algo tão devastador.
 
A boa notícia é que já no mês de novembro as chuvas estão aliviando as áreas atingidas por este que acredito ser o maior incêndio ambiental da história de Jacobina, trazendo uma nova esperança de regeneração dessas áreas tão castigadas pelo fogo.

JACOBINA NECESSITA URGENTE DE UMA BRIGADA DE INCÊNDIO !!!

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O Fogo e a lei;
- Lei Federal nº 9.605/98 - Lei de Crimes Ambientais.
- Lei Estadual nº 10.431/06 - Política do Meio Ambiente de Proteção a Biodiversidade do Estado da Bahia.
- Decreto nº 6.514/08 - Infrações Administrativas Ambientais.


ASPAFF CHAPADA NORTE denunciou e alertou todos estes focos de incêndios ao orgão competente pelo Meio Ambiente em Jacobina;