Fotos : ASPAFF EM AÇÃO

segunda-feira, 29 de abril de 2013

ASPAFF participa de Palestra: “Despertar para Projetos e Recursos”


Palestra "Despertar para Projetos e Recursos"

Reconhecendo a necessidade de compartilhar conhecimento e experiências sobre a elaboração de projetos sociais, a Secretaria de Planejamento e Desenvolvimento Econômico da Prefeitura Municipal de Jacobina, realizou no dia 25 de abril de 2013, às 14:00h, no Centro Cultural uma palestra sobre elaboração de projetos ministrada pelo consultor do SEBRAE o Sr. Antonio Carlos Rocha.

Diante dos enormes desafios no combate à exclusão social, o Governo Federal tem estimulado parcerias entre as organizações da sociedade civil e os governos locais, entendendo que, em determinadas situações, não é possível trabalhar de forma isolada e que essas parcerias apresentam, muitas vezes, resultados interessantes, contribuindo para a formulação de políticas públicas, e buscando a tão desejada sustentabilidade. Dessa forma, cresce a cada dia a transferência de responsabilidade de parte do Governo Federal para as organizações da sociedade civil no tocante ao enfrentamento da problemática social, através de projetos sociais.

Os projetos sociais, se bem elaborados e realizados, podem se tornar instrumentos importantes para a organização da ação cidadã, capazes de aumentar as chances de êxito de uma intervenção social. Nesse sentido, os projetos são recursos técnicos úteis e necessários para qualificar a ação social organizada em prol da elevação da qualidade de vida e do fortalecimento da cidadania dos setores excluídos da sociedade brasileira. Mas, para que problemas sociais tenham solução efetiva, é necessário mais do que bons projetos: precisa-se também de políticas públicas adequadas, com recursos suficientes, e da consciência e do posicionamento da opinião publica frente a eles. Enfim, é preciso somar esforços para que se tenham os melhores resultados.     

sexta-feira, 26 de abril de 2013

ASPAFF participa de reunião no CODEP para apresentação de propostas voltadas para o desenvolvimento sustentável


ASPAFF em reunião no CODEP
ASPAFF em reunião no CODEP
Saneamento Ambiental de Habitação Rural


A Organização Mundial de Saúde – OMS conceitua “Saneamento” como o controle de todos os fatores do meio físico do homem, que exercem ou podem exercer efeitos deletérios sobre o seu bem estar físico, mental ou social.

Dados da OMS apontam que 65% das doenças no Brasil são causadas pela falta de saneamento ambiental nas cidades e que cada real investido em saneamento ambiental corresponde a uma economia de quatro reais em saúde pública, durante um período de dez anos.

O “Saneamento Ambiental” pode ser compreendido como o conjunto de ações que visa melhorar a salubridade ambiental e que contempla o abastecimento de água em quantidade e qualidade, a coleta, tratamento e disposição final adequada dos resíduos líquidos, sólidos e gasosos, a prevenção e o controle do excesso de ruído, a drenagem das águas pluviais, a promoção da disciplina sanitária do uso e ocupação do solo, controle ambiental de vetores de doenças transmissíveis e demais serviços e obras especializadas, buscando contribuir para prevenir doenças e promover a saúde, o bem-estar e a cidadania.

As condições de salubridade ambiental na maioria dos municípios brasileiros são ainda muito precárias devido à ausência ou deficiência de serviços públicos de saneamento ambiental, o que é agravado pela falta de planejamento em nível municipal. 

Em relação às pequenas localidades da zona rural, a situação dos serviços de saneamento ambiental, tem se caracterizado pelos baixos níveis de atendimento, com impactos negativos nas condições de vida e bem-estar da população. Tal precariedade é produto da inexistência de uma política de saneamento ambiental para pequenas localidades claramente definida.

Nesse sentido, a ASPAFF visando contribuir para melhoria da qualidade de vida dos moradores da zona rural, com soluções alternativas a problemas sociais antigos, apresentou na sede do Movimento das Mulheres, no dia 25 de abril de 2013 às 09:00h as ações que estão sendo desenvolvidas pela instituição com aplicação de tecnologias sociais para o saneamento ambiental de habitação rural. 

É possível definir as Tecnologias Sociais, como uma forma de criar, desenvolver, implantar e administrar tecnologias orientadas a resolver problemas sociais e ambientais, gerando dinâmicas sociais e econômicas de inclusão social e desenvolvimento sustentável. Compreendem produtos, técnicas ou metodologias, reaplicáveis desenvolvidas em interação com comunidades e que representem efetivas soluções de transformação social.   
  
Estiveram presentes nesta reunião representantes do sindicato dos comerciários, do CODEP e da câmara dos vereadores.   

Maquete Saneamento Ambietnal Rural - ASPAFF CHAPADA NORTE
Maquete Saneamento Ambiental Rural - ASPAFF CHAPADA NORTE



 

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Trabalhador morre em acidente em mineradora no norte da Bahia

 Vítima tinha 28 anos e era funcionário da Mineração Caraíba, em Jaguarari.Empresa informou que polícia vai apurar as causas do acidente.

Um funcionário da empresa Mineração Caraíba morreu enquanto trabalhava em uma mina, na sede da empresa no distrito de Pilar, que pertence ao município de Jaguarari, no norte da Bahia. De acordo com a Polícia Civil, o trabalhador foi vítima de um acidente na madrugada desta quinta-feira (25).

A polícia ainda não sabe as causas do acidente. Através da assessoria, a Mineração Caraíba informou que a vítima tinha 28 anos e que também não tem informações, por enquanto, sobre as causas do acidente e que aguarda detalhes que serão passados pela polícia. A empresa informou que vai se pronunciar formalmente através de nota à imprensa.

Acidente em março

No início de março deste ano, ocorreu outro acidente fatal em uma mina do norte do estado. Na ocasião, dois funcionários da Jacobina Mineração e Comércio (JMC), localizada na zona rural de Jacobina, morreram. De acordo com a polícia, as vítimas foram atingidas por rochas após ocorrer um desplacamento dentro da mina.

Em nota enviada no dia 6 de março, a empresa informou que as duas vítimas do acidente foram um operador e um supervisor da mina. Os dois moravam em Jacobina. Ainda em nota, a JMC afirmou que "equipes de socorro da empresa foram imediatamente destacadas para o local quando o acidente ocorreu. E que a empresa presta toda a assistência às famílias dos colaboradores vitimados".

Fonte G1
http://g1.globo.com/bahia/noticia/2013/04/trabalhador-morre-em-acidente-em-mineradora-no-norte-da-bahia.html

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Projeto cultural traz oficinas e rodas de contação de histórias para Jacobina

O Projeto Cheganças promove entre os dias 04 e 07 de maio de 2013, em Jacobina, com apoio do Edital de Demanda Espontânea da SECULT, um processo de formação em contação de histórias.

A formação contará com duas etapas. Na primeira, será realizada uma oficina, nos dias 04 e 05/05/2013, das 08h às 18h. Num segundo momento, os participantes terão a possibilidade de uma preparação individual junto aos três formadores do projeto Cheganças – Ana Luiza Reis, Keu Apoema eToni Edson – para participação na Roda Banho de Cheiro, momento de culminância do projeto na cidade.

A oficina e os momentos de preparação acontecerão no Espaço Cultural Luis eduardo Magalhães (ECLEM) e a roda de despedida, no dia 07/05/2013.

Atenção, vagas limitadas!!!

Quem desejar participar, é só preencher a ficha de inscrição e enviar para chegancas@apoema.art.br.  O processo de formação não tem qualquer custo para os participantes.

Saudações,

A equipe do projeto

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Leitor envia matéria com críticas às ações turísticas do município de Jacobina



Dias de luto para Jacobina!

Jacobina para o turismo e o turismo para Jacobina!

Como esse município interage com esse fenômeno social e econômico?

Porque os gestores do município não o divulgam ou criam ações em conjunto com o “trade turístico”, tarefa mínima para geração de divisas básicas para sustentabilidade comercial?

Falta cobrança da população?  É estratégia de poder, ou seja, quanto menos informar a população mais fácil fica a subserviência política? O turismo e os seus segmentos (comercio, hotelaria, bares e restaurantes, lazer e eventos, shows, teatros, museus, arquivo publico, transportes, estrutura pública e privada, infraestrutura, hospitais e clinicas de saúde e serviços) não são importantes para o município? O turismo não é prioridade? Há incompetência na gestão pública?

Caros conterrâneos e leitores,  escrevo interrogando para que me ajudem a encontrar alguma resposta, não escrevo com a propriedade de quem nasceu aí, porém com a propriedade de um profissional ( e no fundo passional ) de quem vislumbra o desenvolvimento sustentável da nossa região. Já que estamos inseridos em uma economia global de mercado capitalista e desenvolvimentista, seria mais difícil remar contra a maré, concordam?

Sendo assim, o fator motivador destes questionamentos é realmente esclarecer para haver algo a vislumbrarmos em conjunto.  Participei do II Salão de turismo BNTM e ABAV, eventos que foram realizados simultaneamente no Centro de Convenções da Bahia no período de 10 a 14 de abril de 2013. Para terem uma ideia, nesses eventos todo o “trade turístico” e afins lá se encontram para dinamizar, realizar, vender, comprar, fazer parcerias, desenvolver e sustentabilizar o turismo no estado. Quem ficou de fora, no mínimo, se atrasou no desenvolvimento turístico. Setor este que engloba o fator da economia mais importante na manutenção e desenvolvimento do PIB do município de Jacobina Bahia (vide http://www.ibge.gov.br/cidadesat/painel/painel.php?codmun=291750#). 

Eis aqui a minha indignação e inúmeros questionamentos na tentativa de encontrar uma resposta a não participação de Jacobina na maior vitrine para o mercado turístico local nacional e mundial que acontece na capital baiana e com participação subsidiada pela secretaria de turismo do estado, bastava o município se mostrar interessado em participar. O reflexo deste feito é gravíssimo, muito mesmo!  Ou será que, mais uma vez, a seca será, também, álibi para todos os atos de incompetência publica?

Reini Carvalho Mota é Mestre em Gestão Pública pela FGV/EBAPE-SP, especialista em gestão ambiental e recursos hídricos pela UNEB/SSA e Bacharel em Turismo pela UNYAHNA/IESUS-SSA.

Moradores de Queimadas, na Bahia, fazem protesto por conta da seca

Cerca de dois mil moradores de Queimadas, no semi-árido baiano, fizeram uma passeata de protesto nesta terça-feira (15) por conta da seca que assola o estado há mais de quatro meses. Com faixas e palavras de ordem, eles pediram ajuda para o fornecimento de água, que estaria sendo feito a cada oito dias por conta do racionamento.

Segundo informações de moradores, eles pedem que a barragem da Leste, atualmente inoperante, seja revitalizada e ativada para auxiliar no problema. Queimadas é uma das 96 cidades baianas que enfrentam o racionamento.

De acordo com as informações da Polícia Militar, a Empresa Baiana de Águas e Saneamento (Embasa) foi acionada e enviou um representante para discutir a situação com uma comissão formada por moradores da cidade. O resultado da reunião não foi divulgado, informou a PM.

Cerca de 2 mil pessoas participaram do protesto, segundo a PM (Foto: Mário Regis das Virgens Barbosa)
Barragem está desativada, segundo a população (Foto: Mário Regis das Virgens Barbosa/ Arquivo Pessoal)
Pneus foram queimados em via da cidade (Foto: Mário Regis das Virgens Barbosa/ Arquivo Pessoal)
Fonte: http://g1.globo.com/bahia/noticia/2013/04/moradores-de-queimadas-na-bahia-fazem-protesto-por-conta-da-seca.html

quinta-feira, 18 de abril de 2013

GAC – Gestão Ambiental Compartilhada


Membro ASPAFF CHAPADA NORTE e Prefeituras Municipais de Jacobina e Caém

No dia 17 de abril de 2013, representantes dos municípios baianos estiveram reunidos, no auditório da “União dos Prefeitos da Bahia/UPB – CAB” para tratar de políticas do Governo visando o fortalecimento da gestão ambiental municipal na organização de sua estrutura de gestão. A iniciativa da Secretaria Estadual de Meio Ambiente – SEMA mostrou algumas ferramentas importantes dentre elas a “Gestão Ambiental Compartilhada – GAC.

A concepção de gestão ambiental compartilhada tem origem na Lei Federal nº 6.938/81, que dispõe sobre a Política Nacional de Meio Ambiente, estabelecendo conceitos, princípios, objetivos, instrumentos, mecanismos de aplicação e institui o Sistema Nacional de Meio Ambiente – SISNAMA, estimulando a participação da sociedade civil, a cooperação e interação dos organismos envolvidos com o controle, promoção e gestão do Meio Ambiente.

Para garantir a descentralização da gestão ambiental, é necessária a articulação entre os entes federados, e a repartição para o exercício da competência comum na proteção ao meio ambiente, com especial atenção ao licenciamento, conforme estabelece a Lei Complementar nº 140/2011. 

O Estado da Bahia, desde 2009, vem desenvolvendo o Programa Estadual de Gestão Ambiental Compartilhada, mediante normas de cooperação entre os Sistemas Estadual e Municipal de Meio Ambiente e define as atividades de impacto ambiental local para fins do exercício da competência do licenciamento ambiental municipal. O município poderá celebrar consórcio público, convênios e outros instrumentos similares com outros órgãos e entidades públicas ou privadas, com o objetivo de garantir melhor capacidade técnica para gestão ambiental.  

Principais Estratégias do GAC:

- Desenvolvimento do Sistema Estadual do Meio Ambiente, com a plena integração entre Sema, Inema e municípios;

- Aprimoramento do marco regulatório e de planejamento, por meio das bases legais para atuação, com instrumentos de gestão ambiental e de recursos hídricos como: zoneamento ecológico econômico, planos de bacia hidrográfica e o mapeamento da cobertura vegetal;

- Fortalecimento da transparência, do acesso à informação, do controle social e a modernização do Sistema Estadual de Informações Ambientais e Recursos Hídricos;  

- Participação multissetorial e controle social pelo funcionamento dos conselhos superiores e colegiados de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Cepram, Conerh, comitês, conselhos de unidade de conservação, conselhos municipais, etc.);

- Estabelecimento pleno da gestão ambiental nos municípios com apoio ao desenvolvimento da capacidade para a gestão ambiental;

- A formação continuada dos servidores estaduais, municipais, representantes de conselhos municipais de meio ambiente, colegiados regionais de meio ambiente e recursos hídricos e dos colegiados estaduais de meio ambiente e recursos hídricos.   

Do município de Jacobina e Caém, estiveram presentes neste encontro, representantes do Poder Público (Prefeitura) e Sociedade Civil (ASPAFF CHAPADA NORTE).  



Formação da Mesa do Evento

terça-feira, 16 de abril de 2013

Quebra da adutora de Ponto Novo a Senhor do Bonfim. Veja o momento exato do rompimento


Sema promove encontro com prefeituras sobre gestão ambiental compartilhada

16.04.2013 – O fortalecimento da gestão ambiental municipal estará em pauta, nesta quarta-feira (17), na União das Prefeituras da Bahia (UPB), no CAB.  A iniciativa da Secretaria Estadual do Meio Ambiente (Sema) faz parte do Programa de Gestão Ambiental Compartilhada (GAC), uma diretriz do Governo do Estado em apoio aos municípios na organização de sua estrutura de gestão ambiental. Representantes de cerca de 300 municípios já confirmaram participação no evento, que será aberto com a palestra do secretário estadual do Meio Ambiente, Eugênio Spengler, sobre o Sistema Nacional do Meio Ambiente (Sisnama).

“Dentre as ações do programa, oferecemos apoio técnico e jurídico, capacitação dos gestores municipais para o aperfeiçoamento dos mecanismos de gestão ambiental, principalmente o licenciamento e fiscalização ambiental”, explica Ricardo Duarte, coordenador do GAC, da Sema. Segundo Duarte, o Sistema Estadual de Informações Ambientais (Seia), ferramenta em elaboração, mas já em aplicação pela Sema, também será disponibilizado para os gestores municipais. “Uma forma de garantir informação de qualidade e integração das ações relativas à gestão ambiental”, completa.

Na Bahia, a Sema, por meio do GAC, vem apoiando, desde 2009, os municípios na organização da sua estrutura de gestão ambiental. O GAC incorpora os aspectos centrais da Lei Complementar 140, do Governo Federal, sancionada, em dezembro de 2011, que parte da ideia de que a competência pela gestão ambiental é compartilhada entre os entes federados.

“Nosso objetivo é apoiar os municípios quanto às dificuldades localizadas na sua estrutura, recursos técnicos, capacitação e nas práticas participativas dos conselhos ambientais”, explica Duarte, referindo-se também à viabilização da criação e estruturação dos sistemas municipais de meio ambiente, em todo território baiano, seja isoladamente ou através de consórcios intermunicipais.

“Para aderir ao GAC, o município tem que ter órgão ambiental capacitado, conselho de meio ambiente legalmente formado e atuante, além de informar também a tipologia do licenciamento ambiental, conforme resolução do Conselho Estadual do Meio Ambiente (Cepram)”, afirma Duarte.

Fonte: Ascom Sema

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Ponto Novo: inconformados com o Governo da Bahia, agricultores destroem parte de adutora

 Manifestantes na Barragem de Ponto Novo

Um grupo formado com mais de 100 agricultores em protesto contra o corte no fornecimento na água que abastece os lotes do perímetro irrigado de Ponto Novo, quebraram parte da adutora destinada a promover o abastecimeto humano. O anúncio, segundo os agricultores, foi feito por representantes do governo do Estado durante reunião esta semana em Salvador, e iria acontecer a partir da próxima segunda-feira,15.
 
Contrariados com a situação, os manifestantes decidiram destruir parte das manilhas de ferro da adutora localizadas nas proximidades da barragem. O equipamento foi construído recentemente para solucionar a falta de água nos municípios da região de Senhor do Bonfim que sofrem com a forte estiagem – o investimento foi de cerca de R$ 40,4 milhoes e vai beneficiar mais 113 mil pessoas.
 
Pedras, pedaços de ferro e um trator agrícola foram usados para quebrar as manilhas suspensas por uma base de concreto. Agora com a distruição de alguns metros da adutora a obra fica interrompida até que os estragos sejam consertados.  

Fonte: Calila Notícias e Falando Tudo

sexta-feira, 12 de abril de 2013

ASPAFF CHAPADA NORTE participa de evento turístico em Jacobina - BA

lançamento do calendário anual dos roteiros turísticos
O empresário Túlio Simões, Diretor da agência Simões Turismo, realizou na última sexta feira (05), no Centro Cultural de Jacobina, um importante evento de lançamento do calendário anual dos roteiros turísticos nacionais e internacionais, com a presença do palestrante  Luis Zelada, Diretor Executivo da Alcance Operadora. 

Dando início a programação do evento, o empresário Túlio Simões deu as boas vindas a todos os presentes e apresentou a agência Simões Turismo, que vem atuando com o objetivo de proporcionar serviços de qualidade aos clientes que já podem fazer as suas compras de pacotes turísticos, passagens aéreas entre outros serviços turísticos com maior comodidade diretamente na cidade de Jacobina - BA.

Dando continuidade ao evento, Luis Zelada, Diretor Executivo da Alcance Operadora, iniciou a sua palestra falando sobre o turísmo e sua origem e em seguida iniciou a apresentação do calendário anual com os roteiros turísticos nacionais e Internacionais, onde todos os participantes receberam da organização do evento um caderno contendo todas as propostas e destinos turísticos com seus respectivos preços e condições de pagamento.

No final do evento, foi servido para todos um belo coquetel, sendo também distribuído brindes da agência Simões Turismo.

ASCOM - ASPAFF CHAPADA NORTE

terça-feira, 9 de abril de 2013

Educação Ambiental: Água



Água é o tema do 4º episódio da websérie criada pela Universidade Corporativa do Transporte (UCT), que já está no ar! Assista e aprenda mais sobre este recurso tão importante.

domingo, 31 de março de 2013

Conceito de água virtual aumenta alerta sobre escassez

Pesquisadores desenvolveram uma forma de calcular toda a água consumida pelo ser humano. Isso inclui o uso para hidratação e higiene, além do que é utilizado na produção de bens de consumo, o que geralmente não é notado.

Você já pensou na quantidade de água que consome? De acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU), cada pessoa gasta em média 39,6 m³ de água por ano (cerca de 110 litros por dia), de forma direta. Esse é o volume considerado para atender às necessidades de ingestão, higiene pessoal, preparação de alimentos e limpeza em geral. Mas o que não se leva em consideração é a água utilizada no processo de produção de tudo que se consome, como alimentos, roupas, livros, carros. Esse consumo indireto é denominado “água virtual” e tem chamado a atenção de especialistas, ao demonstrar que a demanda desse recurso é muito maior do que se imagina, e a velocidade com que a disponibilidade tem diminuído, também.
Essa teoria foi introduzida pelo britânico Tony Allan em 1993. Trata-se de uma definição simples, segundo a qual o volume de água utilizado na produção de qualquer bem ou produto, seja de origem animal, vegetal ou mineral, é considerado água virtual. No setor produtivo, a água é dividida em verde (chuva), azul (na superfície e debaixo da terra) e cinza (poluída).

Para se ter uma ideia, produzir 1kg de carne bovina demanda 15 mil litros de água. Para 1kg de arroz são necessários 2,5 mil litros, e para uma calça jeans, mais 10 mil. Esses são apenas exemplos de como a quantidade de água de fato usada pelo ser humano é bem maior do que os 110 litros diários estimados pela ONU. Sem mencionar que, se cada pessoa do planeta adotasse o padrão de consumo dos países desenvolvidos, precisaríamos de muito mais água. Só a produção de alimentos demandaria 75% a mais do recurso natural, de acordo com o relatório do Conselho Mundial da Água.

Pegada hídrica – Os pesquisadores Arjen Hoekstra e Mesfin Mekonnen, da Universidade de Twente, na Holanda, fizeram um estudo para mapear a “pegada hídrica” de cada indivíduo, empresa, comunidade ou nação. O cálculo do consumo e da poluição diretos ou indiretos da água doce tem o objetivo de auxiliar governos a estabelecer políticas e metas para produção, a fim de racionar o uso global da água.
Segundo os cálculos, a média global por pessoa sobe para 1.385 m³/ano de água (cerca de 3.794 litros por dia). Mas este número depende do país e seu padrão de consumo. Em países desenvolvidos, o consumo varia de 1.258 a 2.842 m³/ano, sendo as extremidades representadas por Reino Unido e Estados Unidos, respectivamente. Já em países em desenvolvimento, a diferença é bem maior: a pegada hídrica da República Democrática do Congo é de 552 m³/ano, já a da Mongólia, de 3.775 m³/ano. No Brasil, a pegada per capita é de 2.027 m³/ano.

Essa nova forma de medir o consumo de água está sendo discutida pelos governos e é considerada como instrumento estratégico na definição de políticas para o uso da água. Isso poderá ter um grande impacto em países como o Brasil, devido à sua grande produção agrícola, setor que, segundo dados da Unesco, consome 92% da água virtual utilizada no planeta.

O comércio virtual de água – A comercialização de recursos hídricos indiretos também deve ser levada em consideração pelos governos e autoridades internacionais. Isso porque quando um país compra algo do exterior, ele também está importando, virtualmente, a água usada no processo de produção. Isso lhe dá a vantagem de poupar seus recursos naturais, em detrimento dos alheios.

Uma nação pode usar como estratégia, seja por economia ou por escassez, comprar produtos que demandam maior quantidade de água no processo. Mas no mundo globalizado, todos os países são importadores de água, e a maioria também é exportadora, mesmo as nações que têm pouca disponibilidade desse recurso, a exemplo do Oriente Médio, que exporta alimentos.

A expectativa é que haja uma reorganização no comércio internacional da água virtual, levando em consideração sua escassez, o que tornaria possível o uso racional do líquido em escala mundial. Países com bastantes reservas deveriam produzir aquilo que necessita de muita água e então exportar, equilibrando assim o consumo no planeta.

De acordo com a publicação de Hoekstra e Mekonnen, 76% do comércio de água virtual está relacionado à produção de vegetais e seus derivados. Produtos de origem animal e industrializados representam 12% cada.

O artigo também relata que os maiores exportadores no segmento são os Estados Unidos, China, Índia e Brasil, respectivamente. A lista de maiores importadores traz novamente os EUA em primeiro lugar, seguido de Japão, Alemanha, China e Itália.

sexta-feira, 29 de março de 2013

Consumo Consciente de Embalagens - o que é isso?

Consumo consciente de embalagens é pensar no meio ambiente quando você está fazendo compras e avaliar se as embalagens que está levando para casa junto com os produtos que adquiriu são mesmo necessárias ou feitas de materiais ambientalmente amigáveis - material reciclado, feito de fontes renováveis, fáceis de reciclar ou que possibilitem sua reutilização.

Consumir embalagens de maneira consciente é evitar comprar produtos "superembalados" e, sempre que possível, dar preferência a bens não-embalados (como, por exemplo, alimentos frescos). É pegar um guardanapo do porta-guardanapo em lugar de aceitar um que venha dentro de um saquinho de plástico. É evitar embalagens demais, do tipo "caixinha-dentro-de-um-saquinho-dentro-da-sacola-dentro-do-sacolão", que geram uma quantidade enorme de lixo. É levar sua sacola retornável para diminuir seu consumo de sacolas plásticas e pedir que o empacotador utilize toda a capacidade da sacolinha - além de exigir que o lojista ofereça sacolas resistentes, dentro das especificações técnicas de qualidade.

É também procurar comprar produtos em embalagens que tragam quantidades adequadas para sua família (por exemplo: se a sua família é grande, compre as bebidas nas embalagens maiores; se for pequena, evite as embalagens grandes e, conseqüentemente, o desperdício). É saber que há diversos produtos que vêm concentrados, contendo em apenas uma embalagem o equivalente a muitas delas do produto normal. É não comprar embalagens descartáveis de refrigerantes e bebidas quando houver a possibilidade de comprá-las em vasilhames retornáveis. É preferir produtos que ofereçam a opção de refil - e assim ajudar a economizar os recursos naturais na fabricação de novas embalagens.

A geração de resíduos cresce com o aumento do consumo - e as embalagens são o maior indicador desse crescimento. Quanto maior o consumo, maior a produção de embalagens. E embalagem é algo pelo que você paga, leva para casa e joga fora. O consumo consciente de embalagens é levar em conta que toda embalagem que vai de carona em nossas compras tem um impacto na natureza - seja na sua fabricação ou no seu descarte.

Olhe em volta dos produtos que você está comprando e pense: essa embalagem é a melhor alternativa para o meio ambiente? Procure saber mais sobre opções ambientalmente amigáveis e sobre consumo consciente! Pratique! Dê o exemplo! O planeta agradece!

quarta-feira, 27 de março de 2013

Dia Mundial da Água marca a reabertura do Cineclube Payayá


Platéia na reabertura do Cineclube Payayá

Platéia na reabertura do Cineclube Payayá
No dia 22 de Março foi comemorado o Dia Mundial da Água, e para celebrar este tão importante dia, a ASPAFF CHAPADA NORTE reabriu a sala do Cineclube Payayá, com uma programação e atividades voltadas para abrir a reflexão sobre a importância de preservar este tão importante recurso natural imprescindível para a vida de todos.

Cerca de 80 pessoas, entre adultos e crianças, lotaram as dependências da sala, que tiveram uma importante participação dos alunos do Colégio Suporte, que após cada filme exibido debatiam a importância dos temas abordados em cada filme, a exemplo de"Pajerama" do Ministério da Cultura, "Abuela Grillo" disponibilizado pelo PEAMSS - Projeto de Educação Ambiental e Mobilização Social em Saneamento e filmes do "Circuito Tela Verde", disponibilizados pelo Ministério da Cultura e Ministério do Meio Ambiente.

De acordo com as informações de Richard Silva, responsável pelas exibições dos filmes e segundo secretário da ASPAFF CHAPADA NORTE, as sessões irão acontecer quinzenalmente, com filmes nacionais e também filmes que abordem a importância da Educação Ambiental, tornando assim um espaço de entretenimento educativo, dinamizando ainda mais as dependências do Cineclube, sempre com entrada gratuita.

A próxima sessão já está agendada para o próximo dia 05 de abril, com o filme "O Céu Sobre os Ombros", às 19h.

A ASPAFF CHAPADA NORTE, entidade proponente do Cineclube Payayá, através do Edital Cine Mais Cultura Bahia/2010, agradece a todos pela presença.

Agradecimento Especiais;

Wellington de Melo - Centro Cultural de Jacobina.
Karla Rodrigues - Centro Cultural de Jacobina.
Ilka Castro - Espaço Cultural Luis Eduardo Magalhães - ECLEM.
Carlos Iran - Espaço Cultural Luis Eduardo Magalhães - ECLEM.
Rafael Dourado.
Colégio Suporte.


Sala do Cineclube Payayá
 Cineclube Payayá, Alto da Missão, S/Nº.
 Anexo ao ECLEM - Espaço Cultural Luis Eduardo Magalhães - Jacobina - BA.
 Contatos: (74)8114-1558/9198-4416/3621-5723 (ECLEM)