Fotos : ASPAFF EM AÇÃO

terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

Seca no semiárido nordestino se agravará até abril

17 de fevereiro de 2017

Claudia Izique  |  Agência FAPESP – A seca no semiárido do Nordeste do país, que já dura seis anos, poderá se agravar até abril: há 75% de probabilidade de as chuvas ficarem na média e abaixo da média climatológicas entre os meses de fevereiro e abril, aponta o último relatório do Grupo de Trabalho em Previsão Climática Sazonal (GTPCS) do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações (MCTI).

As previsões, produzidas com base em modelos climáticos e em diagnósticos atmosféricos e oceânicos, integram a agenda de pesquisa do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia (INCT) para Mudanças Climáticas, apoiado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e pela FAPESP.

As análises para o período que vai de fevereiro a abril de 2017 mostram a persistência de ventos alísios mais fracos que o normal no Atlântico Tropical e o aumento da temperatura da superfície do mar.

“Há 40% de chances de chuva no norte do Nordeste nesse período, mas com grande variabilidade espacial e temporal e abaixo da média histórica”, ressalta José Antonio Marengo, coordenador geral de Pesquisa e Desenvolvimento do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), em Cachoeira Paulista, que integra o Grupo de Trabalho.

A baixa precipitação está associada às temperaturas dos oceanos Atlântico e Pacífico, incluindo a formação do El Niño intenso entre 2015 e 2016, assim como de “perturbações de larga escala” que resultaram no deslocamento da zona de convergência intertropical para o norte.

“Esta zona representa uma banda de nuvens orientada de oeste a leste e que determina chuva na região. Se esta zona fica mais ao norte, então ficará mais afastada do Nordeste e não terá chuva na região”, explica Marengo.

A seca tem sido implacável no leste do Piauí, sul do Ceará, oeste de Pernambuco e centro-norte da Bahia, desde outubro de 2011, onde vivem 2,3 milhões de pessoas. As estimativas do Ministério da Integração dão conta de que as perdas no setor agrícola nordestino em função da seca são da ordem de US$ 6 bilhões, entre 2010 e 2015.

E o quadro poderá se agravar. Marengo sublinha não ser possível fazer previsões climáticas para prazos acima de três meses em razão da “elevada incerteza associada às previsões”, mas as estatísticas indicam que a seca que atinge a região é a mais severa e mais prolongada desde que o Cemaden iniciou o monitoramento da região, em 2013.

“Entre outubro de 2012 e setembro de 2013, quando a seca se intensificou e afetou 53% das áreas de pastagens, o acumulado de precipitação foi de 611 mm. Entre outubro de 2015 e setembro de 2016, o acumulado de precipitação foi ainda mais baixo, de 588 mm”, afirma Marengo.

Se até abril as chuvas atingirem um patamar entre a média histórica – 861 mm no período de 1961 a 2015 – e até 30% abaixo dessa média, a situação hídrica na maioria dos sistemas de abastecimento de água no norte da Região Nordeste não irá se recuperar. “A longo prazo, isso implicará em acentuado risco de esgotamento da água armazenada nos açudes do Ceará, Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte entre novembro de 2017 e fevereiro de 2018”, prevê o meteorologista Marcelo Seluchi, do Cemaden.

Em fevereiro de 2017, por exemplo, os 153 açudes do Ceará, com capacidade  total para 18.674,0 hm3, armazenavam 1.168,0 hm3 de água, cerca de 6% da capacidade, de acordo com informações do Portal Hidrológico do Ceará.

Além do Cemaden, integram o GTPCS especialistas do Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC) e do Centro de Ciências do Sistema Terrestre (CCST) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa). Participam como convidados representantes dos Centros Estaduais de Meteorologia e do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Convocatória da Reunião Plenária Ordinária do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Itapicuru.


terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Seminário de Turismo será realizado em Jacobina

Na próxima sexta feira (17) será realizado um Seminário para discutir propostas que venham a fortalecer o turismo sustentável no município de Jacobina.

O evento terá a participação de representantes do Poder Público, Sociedade Civil, Empresários do setor de turismo, restaurantes, hotéis e representantes da Secretaria de Turismo do Estado da Bahia -SETUR.

Acesse o convite;

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

AS NASCENTES DA SERRA DE JACOBINA PEDEM SOCORRO

Em várias regiões do mundo, em um futuro não muito distante, à água de boa qualidade será escassa e começará a ser considerada como um bem de alto valor econômico, estratégico e social. Isto ocorre devido a sua importância para os mais diversos setores da atividade humana.

Neste contexto, as Serras de Jacobina são consideradas como principal fonte de água potável da Bacia hidrográfica do Rio Itapicuru. Suas elevações, com cotas acima de 1000 m, proporcionam o barramento dos ventos úmidos vindos do Oceano Atlântico e consequentemente o surgimento de um grande número de nascentes. Estas nascentes encontram-se distribuídas ao longo de quase 200km de serras e abastecem pelo menos 51 municípios e 1,3 milhões de pessoas, ou seja, 7,57% da população baiana consome direta ou indiretamente as águas que escorrem através das Serras de Jacobina ate o oceano Atlântico.

As nascentes (ou mananciais) se formam quando a água subterrânea atinge a superfície e, consequentemente, a água armazenada no subsolo jorra (mina) na superfície do solo, dando inicio aos cursos de água (rio, ribeirão, córrego) (Foto 1).

Estes locais são denominados de Área de Proteção Permanente – APP e são protegidas por lei, conforme o inciso III, § 1º, do art. 225 da Constituição Federal e pelo art. 4º da Lei  nº 12.651 regido pelo Código Florestal, entretanto, historicamente este tema vem sendo negligenciado por gestores públicos.

Foto 1- Vista paronâmica das Serras de Jacobina na região da Vila de Itaitu- Notar posição das nascentes localizadas em área de proteção permanente – APP. Foto: Carlos Victor Rios
As Áreas de Proteção Permanente (APPs) são espaços territoriais que relacionam áreas em superfície, independente da cobertura vegetal e tem a função de preservar os recursos hídricos, a paisagem, a estabilidade geológica, a biodiversidade e assegurar o bem estar das populações humanas.

Até o momento nenhum estudo foi conduzido para avaliar e quantificar as nascentes ao longo de toda a cadeia das Serras de Jacobina. Assim, em comum acordo com os parâmetros estabelecidos na Lei Federal de Nº 12.651/12, são apresentados dados preliminares da Micro Bacia Hidrográfica de Itaitu – MBHI, considerada como uma área de estudo piloto localizada no município de Jacobina.

O objetivo deste estudo é subsidiar uma gestão eficiente e integrada dos recursos naturais de maneira a fomentar um correto planejamento territorial, incluindo ações mais eficientes de prevenção e fiscalização ambiental.

A MBHI, esta localizado na porção centro sul da Serra de Jacobina (Figura 1.b) e  possui uma área de 32 Km² . Nesta área (Figura 1.c) foi constatado pelo menos 105 nascentes distribuídas ao longo do topo da serra, em uma faixa de aproximadamente 7km, o que representa 0,8 Km²  de APP de nascentes. Os córregos/drenagem ao longo dessa faixa totalizam ao menos 46 km lineares e 2,69 Km² de APP de drenagem. Na porção plana, conforme o mapa apresentado ocorre pelo menos 37 km de córregos/drenagens e 2,1 Km² de APP de drenagem.

Figura 1 – Mapa indicando a localização a localização: A – Bacia Hidrográfica do Rio Itapicuru; B-  Serras de Jacobina e a Serra do Tombador Notar detalhe da Região de Itaitu; C- Micro Bacia Hidrográfica de Itaitu na região de Jacobina.
Todas às áreas de APP distribuídas ao longo da Serra de Jacobina devem ser protegidas, entretanto estas áreas, incluindo a Serra do Tombador, que também contribui para o abastecimento parcial da Bacia do Rio Itapicuru, não recebem a devida atenção por parte do poder público.

Destaca-se também que estas áreas tem sofrido com sucessivos processos de queimadas, mais intensamente em 2015 (Foto 2) e mais recentemente em 2017, onde bravamente vem sendo combatido por brigadistas voluntários (Foto 3) em parceria os órgãos públicos competentes.

Foto 02- Vista panorâmica da Serra de Jacobina indicando áreas queimadas e focos de incêndios em áreas de nascente. – 2015. Foto: Próprio autor

Foto 03 - Brigadistas voluntários no combate ao fogo na Serra do Tombador – 2017. Fonte: Brigadistas voluntários.

Por todos esses motivos e devido importância do conjunto de serras e montanhas como fonte de água potável para a humanidade, parece razoável a implementação de políticas públicas de educação ambiental junto aos moradores e frequentadores da região, bem como de todas as cidades que abrigam em seu território este importante recurso natural. Por fim, que sejam implantadas práticas de coleta seletiva na zona rural e urbana como medida de proteção dos cursos d´água ainda vivos.

Carlos Victor Rios  da Silva Filho
Geólogo M.Sc.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Reunião para tratar de turismo é realizada em Jacobina


Participantes da reunião (Foto: Markus Breus)
No dia 23 de janeiro, aconteceu na sede da Prefeitura Municipal de Jacobina uma reunião para tratar de assuntos ligados ao turismo. Na oportunidade, os participantes apresentaram diversas propostas ao então Diretor de Turismo do município de Jacobina, Srº Geyder Gomes. Além disso, a reunião também teve como objetivo iniciar algumas ações que venham a fortalecer o turismo local e regional, trazendo uma nova perspectiva para a economia e de desenvolvimento dos setores e segmentos ligados a este setor.

Muitos assuntos foram abordados, entre eles a importância de catalogar os atrativos naturais, turísticos e culturais, Criação do Conselho Municipal de Turismo, Reativação do posto turístico da entrada da cidade, Museu Regional do Piemonte da Diamantina e relação com os municípios vizinhos, campanha publicitária, turismo de base comunitária, capacitação de guias, comerciantes e prestadores de serviços da rede hoteleira (atendimento), agenda de eventos culturais e esportivos, parceria com o Estado, limpeza das cachoeiras, potencial turístico de Itaitu e turismo controlado e revitalização do Monte Tabôr.

A Aspaff, que estava representada pelo então Presidente Richard Silva se propôs a colaborar no que for necessário, se propondo também realizar cursos e oficinas na comunidade de Itaitu para capacitação de guias e comerciantes.

Além de Richard Silva, estiveram presentes o Vereador Junior de Todos e o Assessor Markus Breus, Túlio Simões da empresa Simões Turismo, Magrão da limpeza pública municipal e o Professor Dayvid Sena que agendaram uma próxima reunião com representantes do segmento turístico para o dia 17 de fevereiro, onde estarão iniciando as discussões para a criação do Conselho Municipal de Turismo entre outras ações.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

EX- LIXÃO DE ITAITU TEM OCUPAÇÕES DE RISCO.

Os riscos de acidentes associados a construções residenciais e ou comerciais sobre áreas receptadoras de lixo, ou próximas a ela, muitas vezes, se transformam em tragédia de grande repercussão.

A Portaria nº 140, em 5 de março de 2010 aprovada pelo Ministério das Cidades conceitua áreas de risco como aquelas que apresentam risco geológico ou de insalubridade. Entre elas estão os locais que funcionaram lixões, áreas contaminadas e/ou poluídas.  A expansão urbana em áreas de risco, de um modo geral, tem sido negligenciada pelos gestores públicos, sobretudo a Lei 12.305/10 que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) e a Lei 10.257/2001, também conhecidas como Estatuto das Cidades.


Na Vila de Itaitu não tem sido diferente. Neste local, a expansão urbana tem ocorrido de forma acelerada, sobretudo em áreas ocupadas por ex-lixões, ou nas adjacências (Figura 1). Em lixões ativos ou mesmo desativados é comum à ocorrência de incêndios e explosões devido à produção de gás tóxico, o que por si só representa uma ameaça à vida. Além disso, as edificações localizadas nestas regiões estão sujeitas a rachaduras e até desabamentos. 

Figura 1- Vista panorâmica do lixão de Itaitu, agora soterrado, e as construções ao lado.

O CH4 (metano) é o principal subproduto da degradação natural do material orgânico contido no lixo, é altamente inflamável e explosivo. O metano gerado migra para os poros e os espaços vazios no subsolo, incluindo poços artesianos, caixas-d'água subterrâneas e tubulações, onde pode se acumula. Em ambiente fechado, até a faísca de um interruptor de luz, um fósforo ou o próprio fogão domestico pode causar uma explosão.

Quando o lixão é aterrado e não recebe umidade nem ventilação, como é o caso do ex-lixão da Vila Itaitú (Figura 2), o resíduo pode parar de se degradar, o que não significa que o potencial gerador do gás inflamável tenha sido esgotado. Assim qualquer manejo do solo, incluindo furar um poço, por exemplo, pode reiniciar o processo de degradação do lixo resultando assim na produção de CH4 e chorume.
Figura 2-  Camada de terra sobre o Lixão de Itaitu.B-  Modelo esquemático de produção de gás em lixões soterrados.
O chorume pode ser entendido como substância líquida resultante do processo de putrefação (apodrecimento) de matérias orgânicas, que em excesso, pode atingir e contaminar as águas do subsolo (os lençóis freáticos), e/ou ser transportado pela água da chuva para os rios, o que pode ocasionar uma série de problemas de saúde. Todas estas são ameaça silenciosa e merecem cuidados específicos.

Por isso, até que seja feito um estudo detalhado do nível de decomposição do lixo nesses locais, as ocupações que estão sendo realizadas são totalmente irregulares em termos de segurança.

Teoricamente, a maneira correta de se fazer a Recuperação ambiental de lixões seria proceder à remoção completa de todo o lixo depositado, colocando-o num aterro sanitário e recuperando a área escavada com solo natural da região.  Contudo, essa alternativa só é viável quando a quantidade de resíduos a ser removida e transportada não é muito grande.

Além disso, a nova área escolhida para depositar o resíduo deve atender os requisitos estabelecidos na NBR 13896/1997 da ABNT e na Deliberação Normativa Nº 118/2008 do COPAM, que estabelece uma distância mínima de 300 metros de cursos d’água de qualquer natureza e uma distância mínima de 500 metros dos centros populacionais. Destaca-se também a necessidade de placas de identificação e advertência no local.

Assim, independente do encerramento das atividades do lixão, a recuperação da área deve ser mantida por um período de mais de 10 anos, até que o maciço de resíduo alcance condições de relativa estabilidade e tenha condições de receber projetos de requalificação como áreas verdes com arbustos e árvores, praças esportivas, área de convívio, ou mesmo pequenas e leves construções.

De qualquer modo, o projeto de requalificação do ex-lixão de Itaitu, em tese, deve proporcionar uma integração com paisagem do entorno, bem como deve esta de acordo com as necessidades da comunidade local, sendo recomendável a participação de seus representantes em qualquer decisão que eventualmente o poder público possa tomar sobre esta questão.

Carlos Victor Rios  da Silva Filho
Geólogo M.Sc.

domingo, 4 de dezembro de 2016

Mês de Novembro de muitas atividades para a ASPAFF

Reunião do CBH Salitre em Jacobina - Ba

Reunião do CBH Salitre em Jacobina - Ba

O Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Salitre, se reuniu na cidade de Jacobina - Ba, no dia 24 de novembro do corrente ano. A Bacia Hidrográfica do Rio Salitre Será contemplada com o Plano de Bacia Hidrográfica e Enquadramento do Corpos D´água, assunto muito discutido na reunião.
A ASPAFF está representada pelo membro e associado, também Secretário Amilton Mendes de Oliveira, titular, representante da categoria Organização Civil em Recursos Hídricos.
Fonte: ASPAFF
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Reunião do Fórum Baiano de Comitês de Bacias Hidrográficas em Salvador -Ba

Aconteceu na cidade de Salvador - Ba, no dia 22 de novembro a 13ª Reunião Ordinária do Fórum Baiano de Comitês de Bacias Hidrográficas. Em destaque nesta reunião, foi a recomposição dos 12 Comitês de Bacias Hidrográficas do Estado da Bahia, que passaram por recentes processos eleitorais, como também o Programa "Procomitês", anunciado pela ANA, que repassará para os 14 Comitês de Bacias Hidrográficas da Bahia um valor de aproximadamente R$ 35 mil, estabelecido um teto de R$ 500 mil para cada estado, a exemplo da Bahia.
Fonte: ASPAFF
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Reunião da Comissão de Ações de Prevenção de Combate a  Incêndios


No dia 16 de novembro do corrente ano, Aconteceu na Sede da Secretaria de Meio Ambiente de Jacobina uma Reunião para a Criação da Comissão de Ações de Prevenção de Combate a Incêndios.

A ASPAFF, através dos representantes Richard Ferreira da Silva e Marcos Antonio Grassi Correa farão parte da comissão, que contará também com membros de outras instituições, a exemplo da Polícia Militar, Ministério Público, INEMA, Corpo de Bombeiros, Yamana Gold, Parque Estadual Sete Passagens, Prefeitura Municipal de Jacobina e Defesa Civil.
Fonte: ASPAFF
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Reunião do Comitê Gestor do Museu Regional

No dia 16 de novembro do corrente ano, aconteceu uma Reunião com o Prefeito Eleito de Jacobina - Ba, Luciano da Locar para apresentação do Conselho Gestor do Museu Regional que terá sua sede em Jacobina – Ba.

Estiveram presentes os Membros e Associados Paulo Henrique Muricy Nunes Jr e Maria Regina Rios Figueredo representantes da ASPAFF no referido Conselho.
Fonte: ASPAFF

Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Itapicuru se reúne em Senhor do Bonfim

Plenária na Reunião do CBHI em Senhor do Bonfim

Plenária na Reunião do CBHI em Senhor do Bonfim

O Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Itapicuru se reuniu no dia 25 de novembro na cidade de Senhor do Bonfim - Ba em mais uma assembléia. A Aspaff Chapada Norte se fez presente, representada pelo membro Richard Silva, titular, representante da categoria Organização Civil em Recursos Hídricos. Muitos  assuntos foram abordados a exemplo do Plano da Bacia que está em construção e também o aumento da capacidade de armazenamento de água na Barragem de Ponto Novo através do sistema fusegate, o que gerou outras discussões entre os membros do comitê, alertando que não se deve levar em consideração somente o armazenamento final, mas que questões relacionadas a preservação das nascentes e da mata ciliar na Bacia também sejam consideradas.

Aproveitando a presença do Srº José Olímpio, representante da Secretaria de Infraestrutura Hídrica e Saneamento da Bahia – SIHS, Richard Silva protocolou mais uma vez documentos pedindo melhorias das condições ambientais nas imediações dos Rios Cachoeira e Sapucaia nas proximidades de Cachoeira Grande, Jacobina – Ba, assim como fez no ano passado com o Secretário Cássio Peixoto e diretamente na SIHS no início deste ano, já que José Olímpio estava para apresentar o projeto da SIHS de revitalização das nascentes. Além disso, também foram citados os problemas relacionados à criação de gado nas nascentes dos rios nas imediações da Comunidade de Jaboticaba, um problema antigo que vem ameaçando as nascentes que abastecem aquela localidade.


Dentro dos informes, Richard Silva socializou com os demais membros do CBHI o que havia acontecido na reunião do Fórum Baiano de Comitês de Bacias Hidrográficas, realizada em Salvador. Richard informou sobre o “Procomitês” Programa da Agência Nacional das Águas – ANA que repassará recursos para as ações dos comitês de bacias estaduais, que deverão emitir uma manifestação de interesse para participação e também informes sobre a reformulação do Fórum Baiano, já que ultimamente doze comitês passaram por processo de renovação.

No dia seguinte (26/11), os Membros do CBHI, INEMA, CT-PPP, CPT, SINTRAF e a Yamana estiveram reunidos na "Associação dos Moradores de Mucambo" no município de Antônio Goncalves visando conhecer as demandas socioambientais que estão degradando as nascentes de mananciais e impactando a qualidade de vida da comunidade.

Reunião na Associação dos Moradores de Mucambo

Visita de campo





quarta-feira, 9 de novembro de 2016

INCÊNDIO CONSOME SERRA DA CORÉIA (POVOADO DE JACOBINA-BA).

Fogo devastando a Serra da Coreia
Na tarde desta terça-feira, 08/11, um incêndio de grandes proporções teve início na Serra da comunidade da Coréia (próxima a Itaitu). Assim que tomou conhecimento a equipe da SMMA se dirigiu ao local com um grupo de voluntários. Chegando no local o secretário de Meio Ambiente, Ivan Aquino, foi informado que já tinha um grupo de voluntário em cima da serra tentando evitar que o incêndio se alastrasse.

 Devido as proporções do sinistro, houve a necessidade de se providenciar mais reforços. O secretário, juntamente com o Diretor de Turismo, Adroaldo Ribeiro,o Presidente da ASPAFF, Richard Silva e os representantes dos Brigadistas Voluntários, Murilo e Célia, fizeram uma reunião de avaliação e entraram em contato com o representante do Ministério Público, Dr. Pablo Almeida, do Parque das Sete Passagens, Zélis, com o representante do INEMA, Diogo Amaral, com o representante do Corpo de Bombeiros, Major Tarcísio, com o representante da YAMANA, Leonardo Muritiba e com o Prefeito Rui Macedo. A junção de todas essas entidades tem como objetivo evitar que o incêndio tome as proporções do que ocorreu em dezembro de 2015 que se alastrou por várias serras e vales, destruindo
grandes extensões da flora, matando inúmeras espécies de nossa fauna, além de destruir várias nascentes.

Uma equipe de voluntários está combatendo as chamas durante toda a madrugada. Está prevista para chegar logo no início da manhã brigadistas da YAMANA, do Parque das Sete Passagens e do Corpo de Bombeiros. Mais uma vez os indícios são de que o incêndio foi provocado de maneira irresponsável causando todo transtorno e destruição da natureza. 

Ao chegar em Jacobina o secretário foi informado de um incêndio na estrada de Mirangaba que foi combatido pelo carro-pipa de Mendonça e o Bombeiro Civil Claudio Maia. 
Infelizmente pessoas irresponsáveis não pensam nas graves consequências dessas queimadas que além de destruir o meio ambiente colocam em risco a vida dos brigadistas que heroicamente combatem esses crimes dia e noite.

Texto: Ivan Aquino, Secretário de Meio Ambiente de Jacobina - Ba.

terça-feira, 8 de novembro de 2016

Pilotos de ponta do Voo Livre realizam voo na rampa de Jacobina

Betinho Schimtz, Roni Jacobina,  Alípio Loiola, Marcelinho e Marcos Espirro

No último final de semana, nos dias 5 e 6 de novembro a cidade de Jacobina - Ba viveu momentos espetaculares no esporte na modalidade Voo Livre com a presença dos Pilotos locais e os visitantes Betinho Schimtz (08 vezes campeão Brasileiro), Alípio Loiola e Marcelinho. Os três pilotos decolaram na rampa Serra da Amizade em Jacobina e pousaram no município de Xique Xique - Ba, totalizando 270 Km. Na oportunidade, estava sendo gravado um programa para o Canal OFF/Globosat, que mostrará a estrutura das rampas de voo livre no Nordeste e as condições de voo.
A iniciativa teve o apoio local da Associação Jacobinense de Voo Livre - AJVL que estará promovendo nos próximos dias 19 e 20 de novembro mais uma edição do Jacobina Open de Voo Livre, etapa do Campeonato Baiano 2016.

Pilotos em preparação para o Voo


Estrutura da Rampa Serra da Amizade, Jacobina -Ba


quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Jacobina-Ba no DIA – Dia Internacional da Animação 2016

Exibição de curtas de animação

No dia 28 de  Outubro de 2016, a cidade de Jacobina-Ba também comemorou o DIA - Dia Internacional da Animação, juntamente com mais Duzentas cidades em todo Brasil. O DIA em Jacobina foi realizado na sede da Associação Afro Brasileira Quilombo Erê, no Bairro da Bananeira.

O Evento contou com a presença de uma grande público, entre crianças, jovens e adultos que com muita alegria curtiram a variada programação, que contou com a apresentação do Jovem e talentoso Jean Ilusionista, Grupo de Capoeira KiJinga, Exposição Fotográfica dos Povos e Comunidade Tradicionais da Bacia do São Francisco, por Almacks Luís Silva e os curtas metragens dirigidos por Diretores de diferentes lugares do Brasil e do mundo.

Estiveram presentes também os representantes do Poder Público do município de Jacobina-Ba, o Sr. Luciano da Locar, Prefeito eleito e o Vereador eleito Sr. Junior de Todos.

Com esta variada e animada programação, todos os presentes puderam curtir de forma gratuita uma divertida noite, com direito a arte, cultura, informação, animação, seguido de muita pipoca e suco de frutas.

Cineclube Payayá/Dia Internacional da Animação

Desde o ano de 2014 que o Cineclube Payayá (Aspaff Chapada Norte), vem participando de forma voluntária deste dia tão emblemático, que vem trazendo muita diversão e Animação para as comunidades.  Em 2014 o evento foi realizado na Praça Pública do Distrito de Itaitu, em 2015,  a vez foi da comunidade do Distrito de Caatinga do Moura e em 2016 no Bairro da Bananeira, sempre de forma gratuita, justamente contemplando a proposta de poder levar o DIA a cada ano em um novo local. Durante o evento, também ficou exposto todo o Acervo de filmes e mídias do Cineclube Payayá, que já totalizam aproximadamente mil filmes

O DIA no Brasil é realizado pela  ABCA – Associação Brasileira de Cinema de Animação e apoio nacional da empresa Masplam – Planejamento Ambiental. Para a realização deste evento em Jacobina – Ba, contamos com o apoio do CETEC – Centro de Especialização Técnica, Polpa Mel, Sempre Criativos, Cineclube Payayá, Associação Afro Brasileira Quilombo Erê e ASPAFF - Associação de Ação Social e Preservação das Águas, Fauna e Flora da Chapada Norte.

Gostaríamos de agradecer a todos os envolvidos, que também fizeram de forma voluntária um pouco para que o DIA acontecesse, como também agradecemos a todos que participaram e curtiram o Dia Internacional da Animação 2016.

Até o  DIA do ano que vem !!!

Coordenação Local - Richard Ferreira da Silva
Coordenação Nacional Cidades - Natasha Ferla

Voluntários do DIA 2016

Plateia do DIA 2016

Jean Ilusionista no DIA 2016


Grupo de Capoeira Ki Jinga no DIA 2016


Dia Internacional da Animação 2016

Exposição Fotográfica dos Povos e Comunidade Tradicionais da Bacia do São Francisco, por Almacks Luís Silva 




quinta-feira, 27 de outubro de 2016

Primeiro semestre de 2017 será decisivo para revitalização do Velho Chico

O processo de revitalização do rio São Francisco ainda está no campo das discussões, mas a partir de 2017 o Programa Novo Chico começa a ganhar corpo prático. Em reunião realizada em Salvador (BA), na última sexta feira (21.10), com a participação de representantes do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio são Francisco (CBHSF), Governo da Bahia, Ministério do Meio Ambiente (MMA) e entidades ligadas à bacia, o gerente do Departamento de Revitalização de Bacias Hidrográficas do MMA, Henrique Pinheiro Veiga, afirmou que os primeiros seis meses de 2017 serão decisivos para o desenvolvimento inicial do projeto, incluindo a realização de diagnóstico de campo.

“O primeiro semestre de 2017 será de preparação para o Novo Chico: projetos serão elaborados e prioridades serão identificadas”, destacou Veiga, referindo-se às atuações específicas do MMA. “Nosso entendimento é de que, nesse primeiro momento, é importante termos um planejamento e um diagnóstico consistente para, então, iniciarmos as ações”, completa.

O diretor de Revitalização de Bacias Hidrográficas, Renato Ferreira, enfatizou que as ações propostas pelo MMA estão sendo construídas de maneira coletiva, envolvendo, além do CBHSF, os governos estaduais e demais entidades que atuam em defesa da bacia hidrográfica do São Francisco.

ASCOM – Assessoria de Comunicação do CBHSF


quarta-feira, 26 de outubro de 2016

Cineclube Payayá em mais um DIA


O DIA
O Dia Internacional da Animação (DIA) é uma Mostra de curtas-metragens de desenhos animados nacionais e internacionais com entrada franca que acontece no dia 28 de outubro em centenas de cidades do Brasil.


COMO SURGIU O EVENTO NO MUNDO
Em 28 de outubro de 1892, Emile Reynaud realizou a primeira projeção pública de imagens animadas do mundo do seu teatro óptico no Museu Grevin, em Paris, exibindo o filme Pauvre Pierrot. Para celebrar a data, em 2002, a ASIFA (Associação Internacional do Filme de Animação) lançou o “Dia Internacional da Animação” contando com diferentes grupos internacionais filiados em mais de 30 países.

NO BRASIL
No Brasil o evento é realizado pela Associação Brasileira de Cinema de Animação – ABCA. Em 2016 o DIA está na sua 13ª edição, conquistando, a cada ano, maior visibilidade e parceiros em diversos municípios brasileiros. A Mostra Oficial acontece no dia 28 de outubro às 19h30 simultaneamente em todas os locais participantes, contando com a adesão de mais de 200 cidades em todos os 26 estados brasileiros e no Distrito Federal, sendo o maior evento simultâneo de animação realizado no Brasil.

COMO É:

Mostra Oficial
A Mostra Oficial é realizada no dia 28 de outubro simultaneamente as 19h30 com entrada franca em todo o país. Composta por uma hora de curtas metragens estrangeiros de países integrantes da ASIFA e uma hora de curtas metragens brasileiros selecionados por um júri especializado de diretores escolhidos pela ABCA.

Programação Paralela
Oficinas, Mostras Regionais, Mostras Paralelas, Mostras Infantis, debates com convidados.
Cada cidade pode organizar uma programação paralela de acordo com as especificidades de cada local, sempre com entrada franca. Dados específicos como datas, locais e horários são comunicados nas semanas que antecedem o evento no site www.diadanimacao.com.br.

Mostra Infantil
Uma hora de curtas-metragens de animação brasileiros dedicados ao público infantil. A Mostra é produzida através da seleção de filmes realizada pelo júri especializado de diretores escolhidos pela ABCA.

International Animation Day
A Mostra Nacional de curtas-metragens brasileiros é enviada via intercâmbio para exibição em 30 países que comemoram o Dia Internacional da Animação.
Maiores Informações http://www.abca.org.br/dia/
Vejam como foi o DIA em 2014 e 2015 http://aspaffchapadanorte.blogspot.com.br/search?q=Dia+Internacional+da+Anima%C3%A7%C3%A3o+

DIA 2015 em Caatinga do Moura

DIA 2014 em Itaitu

segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Encontro dos Impactados pela Energia Eólica


O Encontro tem como objetivo discutir os impactos e os enfrentamentos atuais e futuros, a crise e o desafio da energia, estratégias de enfrentamento à problemática e alternativas.

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Programação do Festival Céu das Artes


Programação Festival Céu das Artes na Concha Acústica e Praça do CEU
Sexta Feira (07/10)
19:30h – Dança Circular
20:00h – Vencedores das Categorias do FACE
21:00h – Pelé Rasta
22:30h –Santo Sou
Feira de Artesanato e Exposição Fotográfica

Sábado (08/10)
16:00h – Mostra de Cinema (Praça do CEU)
18:00h – Capoeira Filosofia de Vida (Praça do CEU/Cortejo Para a Missão)
20:00h – Raphael Barbosa
21:30h – Arte de Tocar
22:30h – Steel Fist
Feira de Artesanato e Exposição Fotográfica

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Aspaff recebe livros da Fundação SOS Mata Atlântica


Na manhã desta Sexta Feira (23) a Aspaff Chapada Norte recebeu da Fundação SOS Mata Atlântica exemplares do livro Extremos da Mata Atlântica (Vol.3). O livro é um Marco dos 30 anos da Fundação SOS Mata Atlântica e os exemplares estarão disponíveis no Ponto de Leitura da Aspaff Chapada Norte.

Agradecemos a Fundação SOS Mata Atlântica !!!!

quinta-feira, 22 de setembro de 2016


Na manhã desta Quinta Feira (22), a Aspaff Chapada Norte recebeu da ANCINE (Agência Nacional do Cinema) mais um box de filmes para serem exibidos de forma gratuita através do Cineclube Payayá. A Coleção Cinema Brasileiro Contemporâneo contem 79 longas-metragens nacionais que estarão disponíveis no acervo e que em breve estarão fazendo parte das ações cineclubistas do Cineclube Payayá e da Aspaff Chapada Norte.

Mais uma vez agradecemos a ANCINE pelo envio dos filmes e pela cortês parceria estabelecida com a Aspaff Chapada Norte.

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Mulheres de Itaitu realizam reunião para incentivar a Economia Criativa local

Palestra com Kátia Novaes Leite

No último domingo (18), aconteceu no Casarão de Itaitu, a Primeira Reunião com as mulheres daquela comunidade para tratar de assuntos relacionados a Economia Criativa local.

A reunião teve como objetivo iniciar um movimento organizado entre as mulheres de Itaitu, fomentando a construção de um grupo organizado entre elas, para que no futuro seja criado uma associação. Este grupo, tem como uma das propostas iniciais trabalhar com artesanatos oriundos da Economia Criativa, incentivando a economia local através da venda de artesanatos produzidos por elas.

Além da reunião, foi realizada também uma palestra com a convidada Kátia Novaes Leite sobre Economia Criativa, com a apresentação de um vídeo sobre as experiências com o coco babaçu na comunidade do Cocho de Dentro, sendo apresentados também modelos de peças artesanais sustentáveis produzidos naquela comunidade. Kátia, em sua palestra, também falou sobre a importância dos valores e o papel das mulheres em sociedade. Além de temas relacionados à Identidade, Pertencimento, Meio Ambiente e Ecoturismo.

Parabéns às mulheres de Itaitu pela iniciativa na realização deste evento que contou com o Apoio da Aspaff Chapada Norte.


Exibição de filme sobre a cultura do Coco Babaçu

segunda-feira, 29 de agosto de 2016

CPT Lança em Jacobina o Caderno Conflitos no Campo Brasil 2015



Auditório da UNEB Campus/IV em Jacobina
A Comissão da Pastoral da Terra-CPT/BA, realizou em Jacobina no dia dezenove de agosto, no auditório da UNEB/Campus IV em Jacobina-BA, o lançamento do Caderno Conflitos no Campo Brasil 2015, com temas relacionados aos conflitos de terra, água, mineração, agronegócios, parque eólicos, envolvendo indígenas, comunidade de fundo de pasto e quilombolas em todo Brasil.

Estiveram no evento, representantes de comunidades impactadas pela ação das empresas que exploram a energia eólica e mineradoras na região, a exemplo das Comunidades de Brejo Grande, Limoeiro, Santo Antonio, que relataram impactos ambientais diretos pelas ações da mineradora Ferbasa em córregos e nascentes de mananciais próximos a estas comunidades. Os moradores destas localidades, localizadas no Município de Campo Formoso-BA, também citaram que a Yamana Gold vem fazendo estudos na região.

Thomas Bauer, membro da CPT/Ba, em sua apresentação, relatou sobre a tragédia ambiental em Mariana-MG, onde rompeu a Barragem de Fundão, da empresa Samarco, que matou dezenove pessoas, poluindo também todo o leito da Bacia Hidrográfica do Rio Doce, trazendo diversos problemas para as comunidades vizinhas. Além disso,Thomas Bauer também relatou sobre a pulverização de agrotóxicos por aviões na região de soja no Estado do Mato Grosso do Sul, próximos a comunidades e os problemas entre as comunidades Pesqueiras e a Petrobrás no Estado do Rio de Janeiro.

O Caderno Conflitos no Campo Brasil 2015, também mostra em tabelas os números estatísticos dos conflitos no ano passado, a exemplo dos conflitos relacionados ao campo, água, terra, conflitos trabalhistas, violência, assassinatos, como também as manifestações ocorridas em 2015.

Durante o evento, exemplares do Caderno estavam a venda, onde foi adquirido pela Aspaff Chapada Norte para compor a Biblioteca e o acervo da associação.

Composição da Mesa pela sociedade civil e Membros da CPT





quinta-feira, 28 de julho de 2016

Processo Eleitoral de Renovação dos Membros do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Salitre - CBHS

Figura 01 - Municípios que compõe a Bacia Hidrográfica do Rio Salitre. 

O objetivo dos Comitês de Bacia é promover o debate das questões relacionadas ao uso da água e a articulação das diversas entidades envolvidas, garantindo a manutenção da qualidade e da quantidade das águas em suas áreas de atuação. Como não podemos viver sem água é fundamental que todos os usuários pensem em consumi-la de forma racional, sem desperdiçá-la e sem poluí-la para que a atual e as futuras gerações tenham acesso a esse recurso natural tão precioso.

A forma de gerenciamento dos recursos hídricos estabelecida na legislação baseia-se no tripé formado por usuários de recursos hídricos, organizações civis com atuação comprovada na bacia e poder público, onde, representantes desses três segmentos, integrados no Comitê, serão responsáveis por cuidar de nossas águas e resolver conflitos de usos.

Entretanto, toda sociedade deve participar, ajudando o Comitê a atingir seus objetivos preservando as nascentes, combatendo e previnindo a poluição das águas, protegendo o meio ambiente, reduzindo a produção do lixo e depositando-o em local apropriado, exigindo dos órgãos gestores dos recursos hídricos uma fiscalização mais efetiva e monitoramento de todos os usos da água.

A drenagem da Bacia é formada por rios intermitentes e seu curso principal, o rio Salitre, nasce na Boca da Madeira no município de Morro do Chapéu e escoa na direção sul-norte, indo desaguar no rio São Francisco, no município de Juazeiro, percorrendo um total de 333,24 KM. Os principais afluentes do rio na margem direita são: riacho da Conceição, riacho Baixa do Sangrador, vereda Caatinga do Moura, Riachão, riacho das Piadas e, na margem esquerda, riacho do Orlando, rio Morim, rio Preta, rio Pacuí e riacho do Escurial.

Nesse sentido, a Diretoria do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Salitre - CBHS, no uso de suas atribuições, realizou no dia 27 de julho de 2016, no auditório do Hotel Rio das Pedras, no município de Campo Formoso/BA, a plenária eleitoral de renovação dos membros do CBHS. Nesta oportunidade, a ASPAFF participou deste processo eleitoral e foi eleito como membro titular deste comitê o associado, Amilton Mendes de Oliveira.